Touro de bronze

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Macarraopre.jpg PORCA DESCICLOPÉDIA!!

Questo articolo è 100% made in Italia ed è sotto il controllo di Cosa Nostra! Perciò sta' bene attento a dove metti le tue manacce zozze o i nostri amici verranno a casa tua per spezzarti le gambine!


Wikisplode.gif
Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Touro de bronze.
Rito antigamente.

Cquote1.png É um touro feito de bronze. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre touro de bronze.
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!. Cquote2.png
vítima sobre touro de bronze.
Cquote1.png MWAHAHAHAHAHA! Cquote2.png
torturador sobre touro de bronze.
Cquote1.png Agora me frite um Big Mac! Cquote2.png
Fálaris sobre touro de bronze.

Touro de bronze é mais um método de execução bizarramente sádico que a poluída mente humana foi capaz de elaborar no auge de sua crueldade. Sendo tudo culpa de um político italiano que adorava sacanear seus miguxos e fazer churrasco ao mesmo tempo.

O touro de bronze é basicamente uma estatua oca de um touro feita de bronze onde cabe uma pessoa dentro, geralmente a vítima era forçada a entrar no touro por uma portinha bem apertada e daí tacavam fogo no bicho para o pobre coitado ser cozinhado vivo.

História[editar]

Um touro de bronze, encara?

Todos os eventos descritos nessa página são fatos reais e comprovados cientificamente por historiadores qualificados, eles não são nada mais do que a biografia de Fálaris, o tirano de Agrigento.

500 anos A.C. o Império Grego estava prestes a chegar ao auge de sua civilização, faltavam só dois séculos alguns poucos anos para Alexandre cu Grande (mais conhecida como a bicha mais macha e fodona da história) nascer e começar a matar persas às arrobas. Devido a esse alto progresso civilizatório da Grécia Antiga nunca antes na história desse império havia se visto tamanha de quantidade de vagabundos (mais conhecidos como filósofos) vagando pelas ruas o dia inteiro sem fazer porra nenhuma além fumar maconha e filosofar. Nos limites desse império de hippies drogados havia uma ilha, do lado ocidental da Itália, chamada Sicília onde morava um famoso filosofo que tinha o costume de fazer profundas reflexões existencialistas sobre a natureza do Universo enquanto ele comia hamburgers e observava bovinos se acasalando no pasto. Um dia, enquanto comia um delicioso McFish e assistia a um belo ritual sexual entre um touro de rodeio e uma vaca leiteira premiada, este famoso filósofo deu uma filosofal filosofada extremamente filosófica e ultra filosofante e teve a brilhante ideia de criar uma organização criminosa onde ele e seus capangas iriam torturar pessoas por pura diversão, nesse momento ele começou a recrutar para a sua turma de bandidos todo e qualquer filósofo, hippie, maconheiro, vagabundo e mendigo que ele encontrava pela frente; nasceu então a organização que hoje é conhecida como a Máfia Italiana.

Os filosofos da Sicilia deixaram de ser o tipo de vagabundos que não faziam nada o dia inteiro para se tornarem em um tipo muito pior de vagabundos; o tipo que mata e tortura. Essa cambada de sádicos começaram com torturas mais levinhas como colocar taixinhas nos bancos e peidar em locais abafados e cheios de gente, logo eles prosseguiram para torturas mais avançadas como andar em carros tunados tocando funk no volume máximo, até que eles chegaram ao seu nível máximo de crueldade onde eles faziam cortes de papel nos dedos de vítimas desavisadas. Ai! Doí só de imaginar.

Conforme a Máfia ia ganhando poder o seu lider e fundador ganhava cada vez mais e mais respeito das autoridade imperiais gregas, por isso um dia ele resolveu se candidatar para governador da Sicilia concorrendo pelo PT, com a ajuda de José Sarney ele fraudou as eleições e assim que tomou o cargo ele criou uma lei que transformava ele em governador vitalício. Depois de se tornar um tirano e comandar a porra toda não tinha ninguém que podia impedir aquele grande filósofo (e ainda mais grande vagabundo) de torturar quem ele quiser do jeito que quiser e não ser punido por isso. Foi então que este filósofo recebeu o nome pelo qual ele é conhecido hoje: mendigo vagabundo desgraçado Fálaris Vito Corleone Silvio Berlusconi, também conhecido como; filho ilegitimo de uma macaca caolha Don Vito Corleone, ou ainda como; gordo zoófilo funkeiro dos infernos Silvio Berlusconi, mas mais popularmente conhecido simplesmente pelo seu primeiro nome; Satã Fálaris.

Uma vez que Fálaris tinha toda a Sícilia sobre o seu controle ele usou de seu poder para transformar os filosofos e todos os outros tipos de vagabundos que haviam ajudado ele em uma classe social de elite que tinha grandes privilégios sobre o resto da população, esses privilégios iam de desde o direito de poder comer a mulher de quem eles quisessem até o direito de mijar com o assento da privada abaixado. As otras classes sociais como os trabalhadores, pais de família e cidadãos honestos foram transformadas em escravos para os filósofos.

Faláris começou então a trazer centenas de escravos para o seu palacio e lá ele testou com os pobres cidadãos honestos toda e qualquer modalidade de tortura existente, desde açoitamento até as novelas da Record. Depois de matar mais ou menos umas 300 pessoas Fálaris ficou entediado com as torturas antigas e pouco criativas feito empalamento, desmembramento, degolação, estrupo, esventramento, castramento e cosquinhas. Nesse momento de tédio, Fálaris suspirou e se lembrou dos bons tempos como filósofo que ele teve antes de ser um tirano e chefão da Máfia, por isso ordenou a um de seus artesãos, um tal de Perilo de Atenas, para criar alguma coisa que serviçe tanto para torturar quanto para relembrar os seus velhos tempos de filosofia com hamburger e bois trepando, logo, a máquina teria tanto que ter a abilidade de causar dor extrema na vítima quanto a abilidade de fritar hamburger e ela também tinha que ter um tom artístico que lembrasse Fálaris da imagem de um boi gozando.

Touro descansando após exaustiva sessão.

Ao ouvir a descrição da maquina que Fálaris queria, a ideia mais óbvia que passou pela cabeça de Perilo foi a de criar uma churrasqueira que toca música sertaneja, más ele logo descartou a ideia porque ela seria clichê demais. Perillo preferiu assisir ao Canal do Boi em busca de inspiração.

A ideia dele foi construir um touro de bronze no qual uma vítima seria aprisionada dentro, depois o pobre coitado seria cozido com batatas numa fogueira e o som de seus gritos sairia por uma série de tubos que terminavam numa trombeta na boca do touro, dando assim impressão de que é o touro quem estava gritando. Ancioso para ver o funcionamento do prototipo, Fálaris Berlusconi mandou o artesão testar a invenção pessoalmente e de imediato, assim o inventor foi a primeira vítima do boizão de lata... doce ironia.

Uso[editar]

Diversos, o limite é a sua criatividade, contudo pode-se citar alguns:

  • Decorar a sala de visitas.
  • Fazer aquela carninha assada.
  • Servir de exposição em um museu de arte moderna.
  • Assar sua irmãzinha pirralha.
  • Brincar de cowboy.
  • Matar os vizinhos de inveja com o cheirinho de churrasco.
  • Esconder o Ricardão.
  • Ferver água
  • Se você gostar de bois, tudo é possível...

Funcionamento[editar]

Esse boi não permitiu que o abrissem.
  1. Você abre o boi.
  2. Joga-se o hipster, emo, noob, nerd ou qualquer outro idiota lá dentro.
  3. Fecha o touro para que o aprisionado não escape.
  4. Manda o preso à merda e acende uma fogueira.
  5. Põe o touro na fogueira.
  6. O cara vai começar a gritar, e como tem uma corneta na boca do touro ele vai tentar respirar por ali, e vai gritar enquanto é assado feito aquela carme da sua avó.
  7. Conforme ele grita e se debate os espectadores terão a divertida impressão de que o touro está vivo e berrando.
  8. Após certo tempo o cara morre.
  9. O carrasco então dá uma risada diabólica.
  10. Retira-se o cadáver para a sessão seguinte.
  11. MWAHAHAHAHAHA!

PS: Use sal a gosto.

Ver também[editar]