Riolândia

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Cquote1.pngVocê quis dizer: RolândiaCquote2.png
Google sobre Riolândia
Cquote1.png Provavelmente tem a ver com algum rio Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Riolândia
Cquote1.png O melhor lugar do mundo para se viver Cquote2.png
Riolandense sobre Riolândia
Cquote1.png Concordo plenamente Cquote2.png
Qualquer um sobre nunca contrariar um riolandense
Cquote1.png Lar da selvageria de pés rubros, onde a mediocridade constrói apogeus a sombra da civilização Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Riolândia
Cquote1.png Se eu pudesse eu explodia mil!! Cquote2.png
Jeremias sobre cidades como Riolândia
Cquote1.png Eu tenho medo Cquote2.png
Regina Duarte sobre Riolândia
Cquote1.png Hoje é dia de tédio, bebê Cquote2.png
Christiane Torloni sobre qualquer dia em Riolândia
Cquote1.png Reserva nacional de moscas e mosquitos Cquote2.png
Cientista de renome sobre Riolândia

Tabela de conteúdo

[editar] Riolândia

Também conhecida como A magnífica, Riverland ou Riola, é uma cidade pequena (há controvérsias) de aproximadamente 10 mil habitantes do interior do Estado de São Paulo, que fica localizada as margens do Rio Grande, daí a exuberante criatividade da nomenclatura....

[editar] Riolândia segundo os Riolandenses

[editar] A História

As margens do Rio Grande, no extremo norte do estado de São Paulo, surgia, em meados do século XX, a esplendorosa Riolândia a partir do contado entre os povos caiapós (civilizadíssimos em tupi-guarani) e os missionários jesuítas. Inicialmente chamada Veadinho do Porto (não caçoes, até mesmo os cervos deste solo possuem cátedra mais elevada que a tua) a cidadela logo emergiu o status de megalópole, antes mesmo que qualquer antropólogo pensasse este termo, recebendo então o nome de Riolândia. A cultura, a erudição, o progresso, a ética, as ciências, as artes e a tecnologia riolandense inspiraram, com mísero sucesso, sejamos sinceros, os gentlemans da aristocracia britânica (mesmo essa sendo anterior ao surgimento da cidade).Deste modo, viso finalizar tal introdução, que seu nível de escolaridade precário tão sofrivelmente tenta desvendar, sintetizando que devido à excepcional lúmen do município Riolândia se viu forçada a exilar-se de qualquer contato maculoso com os demais povos selvagens do mundo. A nobreza divina esconde sua face da plebe profana.

[editar] Você sabia?

[editar] Cultura riolandense

No grandioso e moderno recinto da cidade é apresentada anualmente a Grande Ópera Rodeio, uma complexa obra que retrata a história riolandense desde as cavalarias Caiapós, onde montava-se o cervo (maior e mais eficiente que os cavalos por conta de um delicado processo de seleção de genes), até a atualidade riolandense contando detalhadamente toda a Apoteose da cidade. Composta por cinco atos(Caiapós, Contato, Nobre vila, Apoteose, Vide futuro) e possuindo três dias de duração a ópera é apresentada de forma eclética, variando do drama, para a poesia, e da tragédia para a comédia, por meio de diversas danças, atuações com animais treinados, apresentações em estilo circense, entre outros, compondo um espetáculo único e glorioso que fazem os cerimoniais de abertura das olimpíadas se parecerem com dancinhas mal ensaiadas por crianças da creche do seu bairro. O evento é geralmente encerrado com uma boate para os jovens mais liberais conhecida como Potranviskz. Outro evento muito importante é a cavalada, onde os riolandenses atravessam a cidade a galope exibindo seus múltiplos títulos acadêmicos em bandeiras.

Os grandes nomes da cultura riolandense são:

George Moysses – Ilustríssimo poeta, contista, neotrovador, narrador, escritor e compositor é sem dúvida um dos maiores exponenciais da cultura riolandense. Importante formatador da “Comédia Vagante” compôs inúmeras cantigas satíricas além de eventuais peças de comédia nova. Fundador do Museu Casa Bagunçada (que retrata de forma lúdica o éthos familiar) George Moisses é freqüentemente escalado para narrar a Grande Ópera Rodeio por conta de sua calíope eloqüência.
Peter Bensten & Jozéf Das Straden – Maestros, e cantores. Compuseram juntos importantes clássicos do movimento “Melodia dramática riolandense”, sendo também os responsáveis pela composição sinfônica da Grande Ópera Rodeio.
Tion Carrieré – Eventualmente acompanhado do compositor Pardine, Tion Carrieré é um importante dramaturgo e cantor riolandense, sua maior obra é “Apoteose Riolandense” que fora adaptada por ele mesmo em formato de ópera gerando a Grande Ópera Rodeio.

[editar] Riolândia na Realidade

Uma cidade isolada do mundo e da civilização com todos os requisitos necessários para te matar de tédio até o último minuto. Composta principalmente por migrantes nordestinos que se contentaram em ficar no primeiro lugar que acharam no estado de Sum paulu, e que ainda assim chamam xenofobicamente de “Paraíba” os que chegam depois deles. Se você não nasceu na restrita elite da cidade e não pretende enriquecer como peão ou cantor sertanejo então habitue-se a uma vidinha medíocre como passadeira, cortador de cana, costureira, roceiro, dona de casa ou qualquer atividade secundária a serviço dos nomes de peso do município, caso o contrário fuja para um lugar melhor, porque até mesmo uma cidade do sertão da Bahia tem mais potencial de crescimento do que a magnífica riverland (não é mentira). Inclusive, por esse motivo muitas tribos indígenas que evitam o contato com a civilização se escondem em Riolândia.

[editar] Cultura Riolandense

Empreendimento riolandense de sucesso exibindo seu orgulho em ser 70% paraibano

Isso existe? Pode ser chamado de cultura? Vamos dizer que sim... Todo o riolandense adora sua cidade irremediavelmente, então nunca a critique em hipótese alguma, inclusive adora fazer comentários como: “Viu que vieru os ET pra cá em 2008, pousarú no mei das cana do seu Zé, viu sór, Varginha se fudeo, a Riola agora é a bola da veiz, até passo na TVr”. Além de também adorar passar suas noites de sábado fritando na praça da matriz ao som de música sertaneja ou ficar dando voltas ao redor dela com o Chevette embarrado do pai e sua camiseta Diesel comprada em 22x enquanto ouve os hits dos anos 80 e grita cantadas do tipo: “Oi gatinha, sabia que minha camiseta é original?”. Pra ele Riolândia é o melhor lugar do mundo.

Note a manobra evasiva dos ET's logo após descobrirem que não havia vida inteligente no local

As águas verdes da prainha da cidade, onde mora o monstro do pântano, também são um importante point da juventude onde as pessoas vão para apreciar capim rolando enquanto caem de bêbadas. A festa do peão de Riolândia é o evento mais importante, ocorre anualmente num recinto de muros brancos e sinuosos (se você perguntar a um riolandense ele certamente dirá que é obra de Niemeyer), e reúne toda a cidade, TODA mesmo, portanto é uma ótima oportunidade de você, garota de família, ficar bêbada e dançar funk até o chão na improvisada Boate da Potranca enquanto todos os seus vizinhos e parentes assistem... Sorria para eles na próxima vez que for comprar pão. O evento é sempre recheado de duplas sertanejas e de peões montando touros, ou seja, uma tortura audiovisual completa... Detalhe Tião Carreiro não é riolandense, nem José Bento e Zé da Estrada, mas não comente isso com um nativo.

Entre as diversões cotidianas podemos citar a colheita de feijão andu, que combina muito bem com farofa de tatu, inclusive rima. O banho de lodo rio nos dias mais quentes do que o já habitual calor do inferno predominante na cidade, as fofocas e intrigas vazias, porque não ter nada pra fazer na vida leva a uma procura de entretenimento fútil na vida dos outros... Então não se acanhes, zoe a Ritinha que engravidou aos 14 e é mais chifrada que tronco de pasto, xingue a Amanda que ficou com o Roberto da vendinha que você tanto queria, ou maltrate o Pedrinho que além de gordo acabou namorando com uma paraibinha feia que não faz nada além de jogar colheita feliz na lan house.

Existe em Riolândia dois tipos de pessoas, o clássico com butina embarrada, calça social desbotada, camisa com três botões desabotoados, mostrando os pelos lustrosos de suor além de chapéu de palha, eventualmente trocado por um boné de firma ou de eleições, um look todo trabalhado na terra vermelha, coisa linda de se ver... Há também o estilo contemporâneo, fortalecido pelos programas sociais do governo e composto por roupas de marca, todas pagas em 22x sem juros, ou com o dinheiro da conta de energia... Nada como abrir mão de um banho quente ou uma reforma do telhado pra parecer gente de cidade grande... Passeio para outras cidades também alegram muito o riolandense, são geralmente evitados, ficam só para situações de necessidade extrema pois a cidade mais próxima, Cardoso, fica a mais de 30 km e é igualmente selvagem a ponto de ter jacarés no lago central (não é zueira!!). Fora isso, civilização mesmo só se encontra em São José do Rio Preto, ou, com certo esforço, em Votuporanga...

Sentiu vontade de visitar a Cidade? Primeiramente consulte um psicólogo, consulte de novo por precaução, isso não pode ser normal... Consulte um outro para ter uma segunda opinião... A vontade persiste? É irremediável? O que você tem hein? A civilização cuida de você desde o mais tenro berço e você vira as costas pra ela, gospe no prato que comeu! Tomara que se perca no caminho, fique preso lá e nunca volte, viverá entre selvagens para sempre! Para sempre!! Muhaaahahahaahh....

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