RPM (banda)

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Placa80.svg

Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 80's!
E deve ter acompanhado os momentos finais do Chacrinha.


600px-Kkk small.jpg 'RPM (banda) é uma organização (não tão) secreta!'
Ou seja, esse artigo fala sobre um grupo de pessoas infantis que criaram um clubinho secreto, onde podem se reunir para conversar sobre as coisas mais (des)interessantes possíveis. Se você vandalizar, correrá o risco de sumir misteriosamente!
Shiryu posing.jpg
RPM (banda) morreu...
MAS VOLTOU!!!

OMG! FUJAM, É UM ZUMBI!

Clique aqui pra ver os que deram a rasteira na morte.


Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

A história de "Olhar 43"...

Cquote1.png Você quis dizer: TPM Cquote2.png
Google sobre RPM (banda)

Cquote1.png Filho, eu só me lembro do Paulo Ricardo... Cquote2.png
Sua mãe sobre RPM

Cquote1.png Rotações por minuto... Cquote2.png
Mecânico sobre RPM

Cquote1.png Vovô, essa gente ainda existe...?? Cquote2.png
Netinha perguntando sobre RPM

Cquote1.png Eles são boiolas...?!? Cquote2.png
Bolsonaro sobre RPM


RPM foi um grupo de atores brasileiros localizado em 1985, no agreste pernambucano, em meio as ruínas da casa de Antonio Conselheiro, um louco, fanático religioso e contra-revolucionário monarquista perigoso, ou um líder social, místico rebelde e líder espiritual do arraial de Canudos. As qualificações sempre dependederão da posição fetal do indivíduo que analisa a questã.

Trazidos a aldeia de São Paulo em pequenas embalagens, para não chamar a atenção da Vigilância Sanitária, foram depositados da caixa postal do pároco Raul Gil, irmão mais rico de Gilberto Gil, que, após um banho de mangueira calibre 12, e passar Brilhantina Glostora no grupo, lançou-os no mundo pop.

Apesar de todo esforço do missionário anglicano, RPM nao conseguiu agradar os habitantes da vila de São Paulo, mais acostumados com as canções de Gretchen, então uma devotada senhora às coisas do Senhor, que exibia os seus volumosos e suculentos glúteos, na Feira de Acari.

Sem alcançar o sucesso esperado, o venerando Raul Gil vendeu os direitos de alforria para o compositor alemão, radicado em Rio de Janeiro, Nelson Rubens . Com pequenas mudanças, como por exemplo, o uso de desodorante, na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes mínimos de vendagens da indústria brasileira de bebidas e conexos. A suposta visão crítica, e babagem de ovo do intérprete e ventríloquo Paulo Ricardo, foi um argumento de marketing na vendagem dos discos do grupo, que vendeu mais de 3 CD's !!!

Fã do RPM dando a sua risada seguida de orgasmos múltiplos em som stéreo

História[editar]

A alavancagem da carreira começou em 1986, em Veranópolis, a 80 quilômetros da vizinha Patópolis, conhecida pelo seu prefeito, o famoso e internacional Tio Patinhas. Nessa época, Paulo Ricardo namorava, às escondidas, uma bela novilha de nome Clarabela, uma importante militante política, filiada ao PIS/COFINS.

Juntos, antes da primeira cria, compuseram canções que seriam sucesso entre o público encarcerado, de mal comportamento e reincidentes. Após o nascimento do seu sexto filho, Luciano Huck Jr., e já alquebrado, Paulo Ricardo optou por encerrar a carreira do grupo, aceitando convites para bailes de formatura, onde atuava como garçon a preços módicos.

Galeria[editar]

Álbuns[editar]

  • Reproduções Revoluções Por Minuto - 1985
  • DVD Pirata - 1986
  • Quatro Patetas - 1988
  • Paulo & Resto - 1993
  • Gazeta RPM - 2002


Separações[editar]

O motivo das separações foram vários, envolvendo o ex-líder comunitário Paulo Ricardo, o primeiro foi por falta de apoio, uma vez que, pelo não pagamento, as muletas foram penhoradas. O segundo foi em razão dos constantes ataques de hemorróida, sofridas pelo bateirista do grupo, o inglês naturalizado argentino Emo Virtus. O terceiro e talvez o mais importante motivo, foi a guerra explícita de flatulências entre os componentes, durante o jantar.

Planos Futuros[editar]

Com a morte do grupo, o plano da gravadora Chantecler, é a construção de um mausoléu, nos melhores cemitérios do ramo, a fim de expor os discos embalsamados do grupo, e venda de camisetas, bandeirinhas, autógrafos pos-mortem e fitas k7.

Sem planos, em razão da sua extinção a bem do serviço público, o RPM vive hoje de pequenas doações, cheques em branco, champanhe francesa e coberturas de frente para o mar. Um fim melancólico para esse conjunto musical, que tanto agradou os bailes, tocando xaxado, maracatu e baião.