Pulp

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Este artigo discute coisas intrínsecas aos Anos 90's!
Provavelmente ele se refere a coisas daquela época, tais como Mamonas Assassinas, Super Nintendo e Banheira do Gugu.

Buddy Guy com tres na cama.jpg

Roger Waters deu sua benção a este artigo!

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Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Pulp.
Pulp
Origens estilísticas: Oasis, Blur, Village People e Mamonas Assassinas
Contexto cultural: Inglaterra
Instrumentos típicos: Incomuns
Popularidade: Glam Indie, Britpop e metidos a hipster de atualmente
Formas derivadas: Antes que inspirassem alguém, o Britpop morreu

Cquote1.png Você quis dizer: Blur Cquote2.png
Google sobre Pulp
Cquote1.png Você quis dizer: Pulp Fiction Cquote2.png
Google sobre Pulp
Cquote1.png Ahhhh é aquela que canta Common People!! Cquote2.png
Qualquer um sobre Pulp
Cquote1.png Sempre adorei todas as músicas! Cquote2.png
Poser querendo pagar de hipster sobre Pulp
Cquote1.png Jarvis Cocker poderia ser o próximo Doctor Who! Cquote2.png
Gordo tetudo indie sobre Pulp

Pulp ou A Banda que Canta Common People é uma banda adorada por ingleses (só) nos anos 90 e vista como clássica (só) pelos ingleses, criada principalmente pela coita que indis adoram, a revista NME ("Nada Muito Especial"). Fora da Inglaterra, uma meia-dúzia de mexicanos e uns gatos pingados latinos acharam a banda como uma alternativa para ser mais indie do que os coleguinhas que se achavam o máximo por gostar de Blur. Ou seja, na batalha para ver quem era mais trouxa indie, quem falava Pulp ganhava de quem falava Blur. Enquanto quem falava Oasis era tachado não só de indie, como também de virgem (parece um pleonasmo, mas acredite...Não, deixa, é pleonasmo sim).

A banda era conhecida por reunir metade dos hipsters que existiam no planeta nos anos 90, já que mais de oito mil membros faziam parte da comitiva linha titular do conjunto. Na verdade, todos reconhecem apenas dois: Jarvis Cocker - um típico nerd que de tao virgem por vezes levanta dúvidas sobre sua sexualidade, e que por vezes parece agir como se quisesse o papel de próximo Doctor Who - e Candida Doyle porque... Bom, é a única mulher do grupo (e certamente da vida da legião de 3 pessoas que escutam Pulp regularmente - descontando as outras 2 pessoas que ouvem Suede achando que estão ouvindo Pulp).

A banda[editar]

Veja a quantidade de neon no palco. Isso é para distrair a atenção das pessoas da música ruim e focarem na chamada "pirotecnia indie", para acharem que o show foi maravilhoso.

No subúrbio de Sheffield, uma cidade que mais parece uma Nova Iguaçu que fala inglês - e com menos pessoas que escutam MC Brinquedo, um grupo de pessoas se reuniu após diversos encontros em grupos indies na periferia dessa cidade. Algo que se aproximaria de um "Procura-se Um Amor Indie" na vida real. Por se identificarem ferozmente em características marcantes de suas vidas - um não beijava o outro pois saliva era demasiadamente blasé, e nunca haviam transado pois, como bons indies, achavam a sensação do orgasmo interessante, porém o movimento do coito em si puramente ridículo - decidiram fazer um encontrão num supermercado no ano de 1978. Após intensas ações blasé segurando amaciantes e sabões Omo enquanto ouviam músicas de gosto duvidoso e tiravam fotos que entrariam na galeria do indie (situada em algum barzinho que cobra 22 reais por alguma cerveja da Bulgária que tem gosto de mijo), descobriram que poderiam viver para sempre com um talento em comum: o de fazer músicas que ninguém, absolutamente ninguém seria capaz de ouvir.

Após quase 20 anos de muito sucesso fazendo com que ninguém se importasse ou ouvisse as músicas deles, em 1994 o Pulp resolveu inovar. Decidiu fazer algo que não tinha aptidão pra fazer, algo que sempre fizeram muito mal - mas que fizeram só pela zoeira: entrar para o mainstream. Munidos de composições que dariam inveja em qualquer dupla sertaneja do interior de Goiás, um sintetizador e uma resina blasé "eu leio Agatha Christie e ouço The Smiths", junto de uma surfada na onda de Blur e Oasis, o Pulp começou a fazer sucesso. Talvez pelo fato dos ingleses estarem tão desesperados procurando alguma banda que não fosse Oasis ou Blur, o Pulp teve uma vida de fama mesmo sendo uma espécie de Bruno e Marrone gourmetizado - há indícios de que houve uma cooperação internacional entre os artistas, porém isso ainda carece de fontes. Bom, esse boom cornindie (corno com indie) veio do álbum "His n Hers", tido como um sucesso absoluto entre os 23 indies existentes em Londres e alavancado ao mainstream pois foi alguma merda com relevância além das duas principais bandas do Britpop.

Mas aquilo não era nada. 1995 seria marcado como o ano-chave para o Pulp. Fizeram um marketing de guerrilha, onde surpreenderam a Europa com milhões de cópias de um álbum demasiadamente blasé, mas que desde os títulos continham propagandas enganosas, como "Common People". Ainda hoje não sabemos se foi algum tipo de ironia, visto que de normal aquela banda não tem nada - a começar pelos nomes demasiadamente alternativos das músicas. Por exemplo, muitos afirmam que F.E.E.L.I.N.G.C.A.L.L.E.D.L.O.V.E. tem esse nome por falhas no Windows 95. Entretanto, era na realidade uma sigla que significa "Somos Um Bando de Patetas Metidos a Indies Que Não Cantamos Nada Mas Pelo Menos Não Somos Blur Ou Oasis" em inglês.

Different Class foi o álbum do boom do Pulp, um boom que parece mais explosão de escapamento de moto: chato e dura pouco. O que o álbum teve de diferente foi que era um álbum do Pulp em voga na Inglaterra, e que teve uma música que conseguiu superar Oasis e Blur. Bom, fora isso, nada muito além de uma invasão de Jarvis Cocker no palco de uma apresentação de Michael Jackson e algumas entrevistas para a grande culpada por toda essa loucura chamada britpop: a NME. Hoje este CD é visto como uma bíblia para os hipsters, que julgam esse CD como o melhor da história (claro, ao lado de algum do The Smiths, pois o filme 500 Dias com Ela não sai da cabeça desses metidos a blasé). Na verdade, fora do mundo indie (que se fosse um planeta seria Plutão, de tão minúsculo), esse CD é tão desconhecido como qualquer um do Cachorro Grande.

Atualmente[editar]

Sim, há uma guerra em progresso. Uma guerra contra tanta música ruim - será que Pulp passou a ser o maior temor do mundo Ocidental após a derrocada da Guerra Fria?

Depois de Different Class, o maior feito do Pulp foi ter feito uma ode ao que eles sentem tentando fazer um álbum decente: "This Is Hardcore". Fora isso, fizeram "Bad Cover Version", que é provavelmente a demonstração mais clara do que é fracasso musical - o que eles ocultaram é que é algo perfeitamente aplicável para todas as músicas deles. Talvez devesse se chamar "Bad Band Version" ou então "Bad Humans Version", dado que o Pulp se resume a uma corja de pessoas sem ter o que fazer que decidiram azucrinar a Inglaterra e todo o mundo através de suas músicas, e de hipsters que só se aproximam de Coca Cola para usar sapatos, pois o refrigerante tem muito sódio.

A banda só faz shows quando o dinheiro definitivamente acaba e não dá mais para comprar as novas edições da NME com bandas totalmente desconhecidas e nem para pagar a internet para baixar PDFs de livros do Caio Fernando Abreu e de autores da literatura islandesa para postar no Facebook e pagar de cult. Depois de meia dúzia de shows em algumas partes do mundo para exportar a coisa desprezível que se propõem a fazer - claro, vê se a Inglaterra compartilha tecnologia com o mundo!? - decidiram acabar de vez pois eles mesmos se cansaram de só cantar Common People e meia dúzia de músicas de friendzones.