Política da Letônia

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Letônia é uma república socialista soviética parlamentarista. Por ser um país relativamente novo naquilo que diz respeito a tomar as suas próprias decisões sozinhos, foi natural que o sistema de governo adotado fosse o parlamentar e sem divisão justa de poderes, onde para a classe letã a figura de um presidente sempre vai ter cara de um "czar" algo a ser abominado, sobrando apenas o primeiro-ministro.

Partidos políticos[editar]

  • Harmonia Central - Devido ao nome tão singelo, sabemos que o principal partido da Letônia tem ideias homossexuais, especialmente as politicas que dizem respeito a apoio fiscal para orçamentos de filmes com cenas de lesbianismo.
  • Partido Reformador - Uma mistura de nazistas, comunistas e capitalistas.
  • União Verde dos Fazendeiros - Aquele típico partido irrelevante formado por roceiros que acham que um dia vão ganhar alguma coisa ou representatividade.

Poderes[editar]

Executivo

O presidente da Letônia tem meramente função cerimonial e não tem poder de nada, sendo ele escolhido pelos deputados para um mandato de 75 anos, visto que ele deve ser um vampiro e 75 anos é considerada cientificamente a meia-vida de um.

O presidente é enclausurado no Castelo de Riga, apelidado de Castelo Rá-Tim-Bum devido aos holofotes, letreiros em neons e ratos falantes tomando banho em banheiras e outras bizarrices. De lá o presidente fica no último andar da torre.

Legislativo

O único poder realmente existente na Letônia é o legislativo, lembrando que os políticos letões são como os nossos, só que mais branquelos e passando mais frio, corruptos o bastante para optar em deixar a população inteira passando frio pelo orgulho nacionalista de recusar-se por lei a comprar gás natural da Rússia como simbologia de que não necessitam deles, e faturar a grana super-faturada do gás caríssimo comprado dos ucranianos.

O parlamento da Letônia é unicameral, chamado de Saeima, um prédio sem imponência nenhuma e bem discreto, é de onde governa o Primeiro-Ministro vitalício Dr. Doom cuja função primordial é liderar um massivo exército de miniaturas robóticas de Stalin para tentar invadir e anexar a Estônia, onde é considerado que estão as melhores loiras do báltico.

Todavia, quem faz as leis não é o Dr. Doom, que tem a função também de chefe de estado. A função legislativa mesmo fica para a corja de deputados do país formados por uma liga da tribo dos democratas, a tribo dos republicanos, camponeses da tribo dos Arprātas e burgueses da tribo dos Frokils, que entre suas principais resoluções passam os anos discutindo a legalidade da prostituição ou a tolerância de russos vivendo em território letão.

Um esquema resumido da política Letã.

Judiciário

A Suprema Corte da Letônia é formada por um grupo de espantalhos escolhidos à dedo pelo parlamento para exercerem no tribunal supremo a legitimação de todas as maquinações das patifarias dos deputados letões.

Relações exteriores[editar]

O principal aliado da Letônia é a Lituânia, com quem compartilha vastas quantidades de neve. A Polônia é outro grande parceiro, de quem compram a sua horrível vodka só para não se rebaixarem a comprar a bebida da Rússia.

Os grandes inimigos primeiro é a Estônia, de quem os letões invejam suas prostitutas, mas o arqui-inimigo é mesmo a Rússia.

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