PaiN Gaming

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PaiN Gaming
EscudoPain.jpg
Brasão
Nome Oficial paiN Gaming
Mais conhecido como Dorzinha
Rebaixados
Região Flag of Brazil.svg Bronzil
Outras informações sem graça
Quem auxilia essa merda Razer
O diamante do time Matsukaze
Time que mais odeia Flash Wolves


A PaiN Gaming é uma organização brasileira de multigaming muito conhecida por ter feito a melhor campanha brasileira no Mundial de League of Legends, um 2/4.

No League of Legends[editar]

Fundada em 2012, a paiN Gaming (isso mesmo com N maiúsculo) possui vários jogadores que são "brasileiros" de mentira, após os jogadores coreanos falsos não terem dado certo pra equipe.

  • Ayel (Topo): Foi expulso da RED Canids para ser substituído por um jogador melhor, veio para INTZ por desemprego, mas saiu de lá e foi para a PaiN.
  • Nappon (Caçador): Saiu da Keyd Stars, que assim como brTT, também saiu pra ver se fazia alguma coisa na Red, mas apenas ficou esquentando banco e resolveu ragequitar para jogar na PaiN.
  • TinOwns (Meio): Jogador que desistiu de carregar a figurante CNB jogando em 1v9 e que foi pra outra equipe tentar alguma coisa.
  • Matsukaze (Atirador): Após passar por vários times sem expressão e se firmar na KaBuM, foi para paiN com a esperança de disputar de novo o Mundial.
  • Dioud (Suporte): Um aterrorizado com os ataques de Paris que se migrou pro Brasil pra apanhar na liga nacional. Não pode jogar como titular pelo fato de haver dois coreanos na equipe.

International Wildcard Tournament 2013[editar]

NerdJogador profissinal se preparando intesivamente para jogar contra a paiN.

Ainda quando DOTA era melhor que LOL e os campeonatos da Riot eram desconhecidos, a paiN ganhou um dos milhares de campeonatos brasileiros que aconteciam na época, o Season 3 Brazilian Championship (um campeonato cheio de times estranhos com qualidade duvidosa).Indo para o International Wildcard, chegando na final.

Mas no jogo da classificação a paiN caiu na mafia do Leste Europeu, jogando toda a sua campanha no lixo (Se bem que ela não era grande coisa) com uma composição de SKT em ambos os jogos, a paiN chupou a GamingGear é voltou para casa com o primeiro vexame de um time brasileiro.

A vinda de "Coreanos"[editar]

Um "Coreano negro" contratado pela paiN graças a falta de conhecimento de Geografia.

Após o vexame de 2013, a paiN arrumou dinheiro da puta que pariu e contratou dois coreanos, o Lactea é o Olleh, com a esperança de turbinar a técnica de sua equipe, mas a aposta deu errado quando eles descobriram que os coreanos eram Bolivianos da cidade de Cochabamba, torrando o dinheiro da equipe e quase sendo rebaixados .

Caminho para o Worlds 2015[editar]

Depois processar seus jogadores por falsidade ideológica, a paiN restaurou seu dinheiro rapidamente e contratou um Francês chamado Dioud, um aterrorizado com os ataques de Paris.

Com táticas apelativas como "Cair atirando" e "Bequídor", a paiN conseguiu ser campeã brasileira surpreendendo seus adversários inteligentes que não sabem wardar.

Com vaga para o Wild Card (carta selvagem), a paiN se deparou com equipes de qualidade inexistente e conquistou a vaga sem uma derrota. Indo direto para o Mundial de League of Legends.

Worlds 2015[editar]

Na segunda participação brasileira, a paiN fez história ao perder 4 jogos em 6, um avanço para a época. Perdendo pra CLG e chupando a KOO Tigers, a então Flash Wolves que havia roubadovencido a KOO Tigers, não soube fazer um baron e conseguiu perder uma teamfight com o buff, sofrendo uma virada para a equipe brasileira. Assim a paiN conseguiu sua primeira vitória.

Mas logo após a grande conquista, a paiN não conseguiu repetir a vitória contra Flash Wolves, pois agora foram eles que não conseguiam fazer um baron que preste, sendo xingados até hoje pela sua torcida.

Depois de chupar a KOO Tigers pela segunda vez, dessa vez foi a CLG que começou seu mantra com os Wildcards, perdendo ao menos uma vez por encontro. Com um Draven, champion normalmente usado por crianças birrentas querendo sair do bronze, a paiN conseguiu vencer a equipe americana, uma vez que com um Lee Sin ainda não sabiam wardar. Assim a Pain terminou um Mundial com o placar de 2/4, embora sua torcida estivesse esperando um 6/9.

Falhas de 2016 e 2017[editar]

Sua torcida ainda se masturba com o Worlds 2015, mas a equipe hoje é o mesmo que nada, sendo ignorada em maior parte dos CBLOLs. No 1º split desse ano eles conseguiram até animar sua torcida modinha ao chegar em 3º lugar na Primeira fase. Até tomar uma sapatada dos Cãezinhos Vermelhos na semifinal e amargar mais uma eliminação.

O time conseguiu até chegar em quarto no 2º split de 2017, animando sua torcida com o quarto lugar mais pela incompetência da ProGaming e da Keyd e foram aos playoffs, onde conseguiram dessa vez não repetir os feitos do primeiro split e dessa vez deram uma sapatada na Perde IWC, indo pra final do campeonato, onde começou iludindo sua torcida ao vencer o primeiro jogo, mas levou três stomps e acabou sendo vice.

Rebaixamento[editar]

A PaiN começou mal a competição e no segundo jogo conseguiu uma vitória para iludir a equipe contra a Team One, mas depois desse jogo, a PaiN apenas conseguia ganhar em votações do Twitter com sua torcida iludida e em alguns milagres no early game e depois disso entregava mais que um trabalhador dos Correios, o que causou derrota após derrota, até que veio a última partida, quando a torcida da PaiN se passou em secar a Team One para que não vencesse a ProGaming, mas acabou não dando certo e apenas levou a fazer macumba para que a PaiN vencesse a RED Canids, o que apenas acabou em um stomp por parte dos furries vermelhos e seu primeiro rebaixamento da carreira.