Moana

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Moana.

Moana ("Vaiana" na maior parte dos países europeus, para não confundir com a estimada puta) é um filme extremamente satânico da Disney para converter os meninos cristãos em politeístas feministas polinésios. Pelo menos é melhor que Pocahontas, o filme étnico que nem mesmo o Brasil quer.

Enredo[editar]

À muito tempo atrás o Dwayne Johnson ("Maui") foi atirado ao mar pelos pais. Os deuses tiveram pena, por isso fizeram-no um semideus e deram-lhe um anzol. Como ser um fracasso genético traumatiza qualquer um, Maui fez-se heroi da humanidade para que todos o amassem. A fim ele fez muitos atos heroicos, mas isso não era o suficiente. Por isso ele decidiu fazer o derradeiro ato benevolente: fazer a humanidade imortal. Para o fazer roubou o coração da deusa da vida, Te Fiti, o que resultou que ela ficasse traumatizada e se torna-se no demónio Te Ka (SPOILERS!). Como castigo Maui perdeu o seu anzol, perdeu os seus poderes, e ficou preso numa ilha longe de qualquer contato social. Com o coração de Te Fiti perdido nas profundezas, a humanidade ficou isolada, não mais navegando devido a... mm, o filme não esplica, mas deve fazer sentido.

Na estória ideal, esse seria o trágico mas bem merecido destino. Infelizmente, a Disney está sempre um passo além da lógica e moral.

Flashforward mil anus depois, o mar ficou aborrecido de não ter mais navegantes a masturba-lo. Por isso escolheu uma menina, a filha do chefe de Motonui, a titular Moana, e dá-lhe o coração de Te Fiti. Pirralha doida como ela era, ele decidiu rejeitar os desejos do pai de ela ser rainha (!) e em vez tornou-se navegante. Para restaurar o coração de Te Fiti, ela navegou até à ilha do Maui, e afim libertou-o do seu bem merecido castigo.

Após uma série de emocionantes e escandalosas aventuras que involvem cocos, galinhas mais burras que uma pedra e o primo drag queen do Sebastião, eles finalmente resolvem ir resolver o problema da Te Ka. Infelizmente, ela parte o anzol do Maui, e ele fica zangado com a Moana e vai embora. Moana fica muito triste e pergunta ao mar por que é que ele a escolheu, e ele responde tirando-lhe o coração (de Te Fiti). Felizmente a avó aparece feita Yoda/Mufasa e faz a Moana feliz outra vez. Ela mergulha até às profundezas (sem morrer esmagada pela pressão, ou ficar afogada) e apanha o coração (de Te Fiti) de volta.

Finalmente, ela viaja de volta a Te Ka e apercebe-se que ela é a Te Fiti corrompida. Isto resulta numa cena épica, em que o mar se divide em dois (jeeze, os paralelos com Moisés não acabam!), a Te Ka corre em direção à Moana em pura raiva, e a princesa, sem medo e sem ódio, caminha devagar em direção à deusa, acalmando-a com uma demonstração de compaixão e sinceridade. AWESOME! Infelizmente, tudo isto é arruinado quando Te Fiti revela a sua verdadeira forma, a versão hippie de Nani, e perdoa o Maui. Ninguém o castiga, e ele é agora livre de fazer o que quizer sem aprender nada!

Pelo menos não há romance, e Moana reune a Polinésia até então fractionada, numa nova era de exploração marítima, finalmente reconciliando o seu papel como princesa e o ser amor pelo mar.

Até os ingleses virem e cometerem genocídio. De nada.

Personagens[editar]

  • Moana: "princesa" (por algum motivo ela odeia a palavra) tribal de Motonui. Vive doida pelo mar, e é uma sorte enorme que é exatamente isso que a humanidade precisava. Imagina se não houvesse este drama de Te Fiti, ela seria apenas uma princesa louca que seria capaz de deixar a sua pátria e acabar com a sua dinastia de vez!
  • Maui: Estrupador inseguro egoísta com um complexo de inferioridade, baseado no semi-deus polinésio. Tecnicamente o vilão da estória, mas nunca é castigado.
  • Heihei: galinha burra que não tem função nenhuma para além de fazer a audiência questionar por que é que Moana e o mar ainda não a mataram.
  • Pua: Porco que por algum motivo nunca é cozinhado e comido, apesar de ser uma abominação que se comporta como um cão doméstico.
  • Tua: Pai da Moana. Basicamente Rei Tritão 2.0.
  • Te Ka: A tatari-gami de Te Fiti. Basicamente Denahi 2.0 e Yokai 2.0.
  • Te Fiti: A forma verdadeira de Te Ka (SPOILERS!), a deusa da vida. Não faz porra nenhuma senão dormir.
  • Tamatoa: A melhor coisa neste filme.
  • Avó Tala: Velha maluca que quer ser raia e conseguiu (ah, a magia da Disney). Árvore velha 2.0.
  • Mar: Sim, o oceano é uma personagem nisto. Nem mesmo um deus feito o Poseidon, só água não-falante que molha a outras personagens. É pervertido e gosta que os navegantes o masturbem, mas por algum motivo esperou mil anos para os fazer regressar. E o plano com que concretiza isso não faz nenhum sentido. É quase como água sem cérebro fosse estúpida...
  • Kakamora: Mad Max: Coconut Road.
A divina trinidade dos vilões trágicos rabujentos da Disney. Te Ka à direita.

Fatos fascinantes sobre as culturas polinésias reais[editar]

  • O Maui não foi atirado ao mar quando bebé. Na maior parte dos folklores polinésios ele tinha uma familia divina ou normal. O anzol foi feito da mandíbula da avó dele, fazendo dele um cabinal.
  • O mito Maori da tentativa de dar imortalidade aos homens de fato involve estupro... mas não metafórico. Ele basicamente entra na vagina de Hine-nui-te-pō (a deusa da noite), pois se ele sai-se sem a velha o notar a humanidade teria triunfado sobre a morte. Mas os pássaros safados riram-se, por isso ela acordo e matou-o com os dentes que tinha dentro da cona.

Ver também[editar]

  • Lilo & Stitch: Lilo será sempre a verdadeira princesa polinésica.
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