Lada Samara

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Estin artigovski é russki!

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Lada Samara sobre você

O Lada da Samara.

Lada Samara foi um automóvel produzido pela Lada, uma bosta fabricante russa especializada na síntese de carros imprestáveis à base de caixas de sapato velhas e amassadas.

Conceito[editar]

A plataforma deste ícone baseia-se em carroceria de Fiat 147 com opção de duas portas a mais (corrigida no esquadro) e levemente aumentada nas dimensões de comprimento e largura. Possui vários opcionais interessantes como banco ejetável (no caso de um incêndio interno espontâneo ou da quebra da caixa de câmbio, projetando todas as peças para o habitáculo interno do veículo matando assim todos os ocupantes do mesmo), bem como desembaçador dos vidros traseiros queimado de fábrica, limpador do para-brisas dianteiro com função de arranhador de vidros nas pontas, bancos de semitecido vagabundo (courvim) causadores de lordose, rodas anguladas com função "rebola lacraia", tanque de combustível furado com função "demarcação de território" e propulsor com função de autodestruição. Infelizmente alguns problemas deste bólido estouraram, literalmente, no mercado tupiniquim: a nossa gasolina adulterada, ou o famoso rabo-de-galo; mistura de Caninha da Roça com xixi de viado; em substituição à mistura de vodka Xavaska com xixi de viadovsky, a conhecida Xiboquinha Chernobyl, causava estragos irreparáveis no motor Singer. Acabou substituído por um Arno mais potente, porém pouco econômico, já que cada km rodado custava 548.987 dólares e a vida de 3 motoristas, 12 mecânicos e todos os caronas desavisados.

Breve Histórico[editar]

O Lada Samara obteve aceitação no mercado brasileiro porque os consumidores compravam como carro qualquer coisa que tivesse quatro rodas.

A merda russa veio para o "Brazil" em 1991, junto com todas as outras merdas (leia carroças motorizadas) imprestáveis americanas, asiáticas e europeias, com a abertura dos portos, marco histórico do governo Collor, e por pena do nosso então presidente com essas merdas russas que ninguém queria no seu país de origem (numa época nacional de burrices e ignorâncias exacerbadas). O projeto do Samara se originou num roubo dos originais do volkswagen TL (que haviam sido roubados pela Fiat), aquela coisa monstruosa lançada no Brasil nos anos 70 superada apenas pelo lançamento do Pointer, pela mesma montadora, anos depois. O Samara recebeu cortes retos na dianteira, traseira, laterais, motor, cambio, custo do projeto, beleza interna e externa, além dos cortes que causavam nos motoristas e ocupantes, graças às soldas e emendas mal feitas, deixando cantos vivos e lâminas capazer de cortar o ar, os dedos, e outros membros dos ocupantes e desavisados que passavam a mão pela lataria. Também teve a versão (original) offroad, denominada como Lada Samara Adventure, série vencedora por 4 anos consecutivos do Rally Pinóquio Dakar, vulgarmente plageada pela Fiat por volta dos anos 2000.

Consumidores/Público Alvo[editar]

Lada Samara tunado.

A caixinha de sapatos amassada com rodas feitas de tampa de conserva de vidro era muito utilizada como carrinho de cachorro quente, VTTA (veículo transmissor de tétano ambulante), por vendedores de sorvetes azedados/picolés parcialmente derretidos/peixes podres/carne de vaca contaminada, além de ser utilizado no transporte de baratas, ratos e outros insetos nojentos/roedores em geral. O público consumidor dessa escória da indústria automobilística geralmente são donos de ferro-velho falidos, velhas gagás, barangas divorciadas, e por pais e mães de santo e de putas mal sucedidas. Não podemos, notoriamente, deixar de ressaltar, que alguns dos idiotas que tinham um pouquinho mais de verba, não contentes em possuir somente uma merda russa, utilizavam o Samara como opção de segundo automóvel (para as necessidades cotidianas), não sendo fato raro alguns destes proprietários, darem um "upgrade" no seu Lada Laika (versão SW do Samara). Há ainda mecânicos oriundos de sanatórios que adotem o pequeno notável (nesse caso, mais imortal do que a PRÓPRIA Samara Morgan), como automóvel principal.

O Fim[editar]

Quando os russos bêbados e os brasileiros trambiqueiros cansaram de fabricar e distribuir e sofrer com esta merda, a OMS definiu como doença grave a vontade de possuir um Samara, e o Presidente russo Nicolaievisky Gorbachovinsky Tupolev proibiu sua fabricação, e classificou como crime de alta traição a simples menção ao bólido, este finalmente morreu (juntamente com os criminosos punidos com sentença de morte, ao violarem a lei decretada em território russo). Mas voltou. Ele recebeu o espírito de Christine, o carro assassino, de John Carpenter, o Lobão das estepes e pai dos mortos vivos (e avô do Tata Nano) e voltou ao ocidente, porém rebatizado com o nome de Renault Sandero. E o Samara, digo, a saga, continua....

Epílogo:[editar]

Foto do 1º Lada gentilmente cedida pela família de Clarice Lispector (1920-1977), escritora russa ucraniana naturalizada pernambucana.