Jorge Ben Jor

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Rioband.jpg Coé, merhmão, eshte arhtchigo eh CARIOCA!

Não vandalize, senão a chapa vai ficarh quentche, cara. Agora deixa eu irh na praia pegarh um bronze nesse sol de 50 graush, comendo unsh bishcoitosh.


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Google sobre Jorge Ben Jor

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Sugestão do Google para Jorge Ben Jor

Cquote1.png Chama o síndico, Tim Mai! Chama o síndico Tim Maia! Cquote2.png
Jorge Ben sobre Tim Maia

Cquote1.png Tira essa escada dai Cquote2.png
Jorge Ben para sua filha

Cquote1.png Cuidado com o disco voador Cquote2.png
Jorge Ben drogado sonhando

Cquote1.png Ela já não gosta mais de mim, mas eu gosto dela mesmo assim Cquote2.png
Jorge Ben passando atestado de corno

Cquote1.png Ela é minha menina, e eu sou "o menino" dela Cquote2.png
Jorge Ben dizendo em código que virou cafetão

Jorge Ben Jor é um cantor de samba, rock, hip hop, bossa nova, jazz, heavy metal, macumba, funk e maracatu. Anteriormente conhecido como Jorge Ben, a música do cantor tem uma importância única na música de sapatões por incorporar elementos novos na "swingueira" e na maneira de violar tocão, trazendo muito do rock, soul e funk norte-americanos e ainda com influências árabes e africanas, que vieram através de sua própria mãe, nascida na Etiópia.

Carioca de Madureira, mas criado no Macumbi, Jorge Ben queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Urubu Cagão. Mas acabou seguindo o caminho da música, presente em sua vida desde criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro de igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock and roll. É conhecido como Babuína, por conta da de ninguém saber a pronúncia do rockabilly Bop-A-Lena de Ronnie Self (apelido que o síndico tinha pelo mesmo motivo).

Seu ritmo híbrido lhe trouxe alguns problemas no início, quando a música brasileira estava dividida entre a Velha Guarda Jovem Guarda e o samba tradicional, de letras engajadas. Ao passar a ter interesse pela música, o artista vivenciou uma época na qual a bossa nova predominava no mundo. A exemplo da maioria dos músicos de então, ele foi inicialmente influenciado por João Gilberto, mas desde o início foi bastante inovador.

Anos 60[editar]

No início da anos 60, apresentou-se no Beco das Garrafas, localizado hoje em uma boca de fumo das favelas cariocas. Em 1963, ele subiu no palco e cantou "Mas que Nada" para uma pequena plateia com seus pais, um bêbado que estava lá desde a primeira hora da tarde e um executivo da gravadora Philips. Dois meses depois, era lançado o primeiro compacto de Jorge Ben, que inclui ainda "Por Causa de Você Menina". No mesmo ano lançou o primeiro LP, Samba Esquema Novo, acompanhado pelo conjunto de samba jazz Meireles e os Copa Cinco.

"Mas que Nada" foi seu primeiro grande sucesso no Brasil e também é uma das canções em língua portuguesa mais executadas nos Estados Unidos até hoje, na versão do pianista brasileiro Sérgio Mendes com o grupo de hip-hop norte-americano Black Eyed Peas. E também foi uma das poucas a obterem êxito neste país (como "Garota de Ipanema"), tendo ainda sido regravada por artistas como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Al Jarreau, Herb Alpert, José Feliciano, Ednaldo Pereira e Trini Lopez. Outras composições como "Zazueira" e "Nena Naná" fizeram relativo sucesso no país.

Em 1968, Jorge Ben quando foi convidado para o programa "Divino, Maravilhoso", que Caitanto Veloso e Gilberto Gil faziam na Tupi. Ele também participou d"O Fino da Bossa" (comandado por Elis Regina) e da Jovem Guarda (de Roberto Carlos). Nesta época, Jorge Ben obteve enorme sucesso com "Cadê Papai Tereza?", "País Tropical", "Que Pena" e "Que Maravilha", além de concorrer com "Charles, Anjo 45" no festival Internacional da Canção, da TV Globo, em 1969.

Na década de 1970, venceria este festival com "Fio Maravilha", interpretado por Maria Alcina. "País Tropical" também não teve êxito, na voz de Wilson Simonal. Ainda nos anos 70, Jorge Ben lançou álbuns mais esotéricos e experimentais, como A Tábua de Esmeralda (1974), Solta o Pavão (1975) e África Brasil (1976). Embora não obtivessem sucesso comercial, estes álbuns são considerados clássicos da música brasileira.

Mudança de nome e fase POP[editar]

Na década seguinte, Jorge Ben dedicou-se a divulgar suas músicas. Em 1989, ele mudou seu nome de "Jorge Ben" para "Jorge Benjorge", logo depois alterado para "Jorge Ben Jor". Na época, foi dito que a mudança teria sido provocada pela numerologia ou pela repetição besta, mas o mais plausível é que tenha ocorrido para evitar confusões com o músico americano George Benson. Jorge Ben estava começando a se tornar muito conhecido nos quiosques dos Estados Unidos na época.

Nesta nova fase, sua música tornou-se mais pop e brega, ainda que com estilo suingue. Sua música "W/Brasil (Chama o Síndico)", lançada em 1990, estourou nas pistas de dança em 1991 e 1992, tornando-se uma verdadeira febre tifoide na época. A canção é também uma homenagem ao cantor Tim Maia. Além disso, foi realizada devido a um pedido pessoal do Sr. Washington Olivetto, proprietário da W/Brasil, que o pediu para criar uma música sobre a agência.

Em 2004, Jorge Ben Jor lançou Reactivus Amor Est (Turba Philosophorum), primeiro álbum com canções inéditas desde 1995. Ainda na ativa, seus shows costumam durar cerca de três horas, para plateias formadas principalmente por pessoas apáticas.

Fez uma participação especial no DVD 1000 Trutas, 1000 Tretas, do grupo de rap IRRACIONAIS, onde cantou a música "A Bênção Mamãe, A Bênção Papai".

Ligações externas[editar]

Eu sou um emo!, diz Ben Jor