John Locke

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Adolf Mises.png John Locke é LIBERAL!

Ele(a) é a favor das liberdades dos gays, da laicidade do Estado, da liberdade econômica, da liberação do aborto, de armas e drogas, mas fala em luta de classes pra você ver...

Viva a liberdade de imprensa!

John Locke (também conhecido como J-Lo pelos mais íntimos) é mais um filósofo fictício, baseado em um personagem duma antiga série. Embora não seja conhecido por ter passado tanto tempo com dois olhos no rosto, ele é o inventor do primeiro projeto da cadeira de rodas (além de toda a lenga-lenga que escreveu, é claro). Era um sujeito fissurado por cadeados, daí seu sobrenome.

O próprio, tão lost quanto você ao tentar compreender essa desgraça de artigo.

Perfil biográfico[editar]

Primórdios[editar]

"Logo que me vi no mundo, o espelho quebrou e percebi que estava numa tempestade", escreveu John, momentos antes do teto ser arrancado e ele ter visto uma vaca, mais especificamente a protagonista do filme Twister, sair voando sobre sua cabeça. Mas o problema é que essa tempestade ainda era das pequenas. A verdadeira confusão era política, tanto é que o rei da época, um tal de Carlos I (conhecido por ser um baita de um cuzão), tinha acabado com a bagaça toda e queria governar sozinho. Enfim, era um verdadeiro "salve-se-quem-puder". Infelizmente, a vaca não resistiu aos ferimentos, mas tem outras que passam bem.

O pau de Locke... digo, o pai, era um "adevogado do Direito" que achava o seguinte: tudo tem que ser boca-livre e open bar, tanto é que o próprio pegou na espada e roubou um cavalo emprestado em quatro prestações pra enfrentar o rei. E a galera da revolução não era pouca... Como Carlos I queria governar sozinho, também teve que se defender sozinho, claro. Até o dia em que seu pescoço não segurou mais a cabeça de cima. E assim foi a infância de Locke: divertida, pois eram tempos controversos, e chovia muito sangue pra tudo quanto é lado. No lugar do rei que já não era mais a majestade, assumiu Cromwell, tão querido pelo povo que fizeram questão de desenterrá-lo só pra poder enterrá-lo de novo, depois desenterrar mais uma vez e finalmente enforcar esse infeliz das costas ocas. Digamos que ele foi enterrado uma terceira vez, quando a corda finalmente se rompeu.

Nesse meio-tempo, Locke ainda não fazia porra de nada, a não ser levar sermão de tudo quanto é nego e viver uma vida estudantil completamente miserável. Ninguém confiava no coitado nem pra fazer uma conta simples. Ou melhor, as contas simples eram ensinadas, mas como a escolinha de Oxford onde ele entrou aos vinte anos era uma igreja, bom, "dois mais dois é quatro porque Deus quis e ponto". Embora a explicação fosse simples, o problema estava justamente no entendimento do até então jovem Joãozinho, o qual imortalizou as famosas frases "A escola não me conduz a nada" e "É o mesmo um burro que um bom professor".

Mais percalços[editar]

Mesmo sem prazer algum em estudar, ele interessou-se por política e por pesquisas médicas, já que essas duas áreas continuam dando dinheiro até hoje. Pena que ainda não existe dinheiro capaz de trazer de volta uma mãe que já morreu, um pai que a seguiu logo após ver a formatura do filho e um irmão, que também vestiu o paletó de madeira. Como a filosofia é algo que não morre, bem, pelo menos Locke não estava totalmente sozinho no mundo. Outra coisa que não o tornava um completo solitário era seu recém-adquirido título de "dotô", necessário para todo aquele que queira dar pitaco em alguma coisa.

Com uma incrível habilidade para fazer amigos, acabou tornando-se o queridinho do lorde Ashley... e daí já podemos imaginar o resto. Sim, uma história deliciosa... Após um ménage com o rei, o lorde foi promovido para a chancelaria, mas logo depois foi acusado de alta traição (obviamente) e acabou padecendo numa cela escura. Sobrou pra quem? Pois é, sobrou pro coitado do Locke, marcado por ter sido uma espécie de cúmplice, e que a essa altura já tinha batido os cascos e fugido pra Holanda. Enfim, só depois que deu merda (novamente) no Reino Unido após a chamada Revolução Gloriosa é que Locke pôde finalmente voltar à sua terra natal sem ter espiões vasculhando até suas ceroulas.

Publicou o Ensaio sobre o Entendimento Humano, leitura necessária para todo aquele que queira compreender, em parte, o que leva uma pessoa a inventar (ou copiar) o "passinho do romano" ou outro tipo de demência grave. Em meio a uma poderosa estrutura de intolerância à lactose, hipocrisia e malevolência que escravizava o espírito humano naquela época (e por increça que parível, continua até hoje), surge esta fagulha luminosa, que de certa forma pode nos levar a refletir do porquê o povo daquele tempo tacou bosta nos reis por eles terem nada de divino, porém continuaram a acreditar que Deus tem um lado racista.


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