Imperatriz (Maranhão)

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Município de Imperatriz do Maranhão
"Princesinha"
Bandeira de Imperatriz-MA.png
Bandeira
Aniversário 27 de agosto
Fundação 16 de julho de 1852
Gentílico imperatrizense
Lema
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Imperatriz do Maranhão
Estado link={{{3}}} Maranhão
Mesorregião Velho-Oeste Maranhense
Microrregião Dependências de Imperatriz
Municípios limítrofes Cidelândia, São Francisco do Brejão, Governador Edison Lobão, João Lisboa, Senador La Rocque, Davinópolis, São Miguel do Tocantins, Praia Norte, Augustinópolis, Sampaio
Distância até a capital 626Km quilômetros
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Infernatriz Cquote2.png
Google sobre Imperatriz (Maranhão)
Cquote1.png Esta terra só tem mato / onde canta o urubu. Cquote2.png
Gonçalves Dias sobre Imperatriz
Cquote1.png Em Imperatriz só conhecemos o ensino inferior. Cquote2.png
Dr. Maylkson Kamyllo Kamylla sobre Imperatriz
Cquote1.png Tem nada pra fazer nessa cidade Cquote2.png
Qualquer cidadão sobre Imperatriz
Cquote1.png 99,9% da população é analfabeta. Cquote2.png
Fantástico sobre Imperatriz
Cquote1.png O Dr. Drauzio Varela vai mostrar a história de um químico do Maranhão que fabrica e receita para tudo que é tipo de doença, uma pomada feita à base de graviola, mas que não serve para nada. Cquote2.png
Fantástico, mostrando uma reportagem sobre o professor Antonio Frazão, em Imperatriz
Cquote1.png Imperatriz é uma metrópole. Não, é uma megalópole. Não, é uma superhipermegaultragigamegalópole. Tem até uma ponte e um viaduto. Cquote2.png
Wikipedia sobre Imperatriz
Cquote1.png Capital da Pistolagem Cquote2.png
Roberto Cabrini sobre Imperatriz
Cquote1.png Imperatriz?? Não é aquela escola de samba lá do Maranhão??? Cquote2.png
Luciana Gimenez sobre Imperatriz
Cquote1.png É cilada Bino! Cquote2.png
Pedro sobre Imperatriz
Cquote1.png As melhores praias onde já surfei! Cquote2.png
Felipe Dylon sobre Imperatriz
Cquote1.png Que calor, né? Cquote2.png
Saudação usual dos imperatrizenses, ou quando não tem qualquer assunto pra falar
Cquote1.png Na União Soviética, o buraco do asfalto cai dentro de VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Imperatriz
Cquote1.png Imperatriz é um ovo de calango Cquote2.png
Qualquer cidadão da capital sobre Imperatriz
Cquote1.png Final de semana violento em Imperatriz! Cquote2.png
"O Progresso", Jornal local sobre a cidade, todas as terças-feiras, quando o jornal começa a circular na semana
Cquote1.png Ao visitar Imperatriz, conheci muitos jovens... mas uma galerinha chamou minha atenção. Eram os universirários da FACIMP. Gente boa... com características peculiares... enfim, foi essa galerinha que me inspirou na composição da letra de um de meus maiores sucessos: "Retrato de um Playboy 1 e 2" Cquote2.png
Gabriel Pensador, na feira do livro em setembro de 2009 sobre Imperatriz
Cquote1.png Adoro morar aqui! Cquote2.png
Você em qualquer parada de ônibus à meia-noite esperando o ônibus das 6 horas da tarde passar
Cquote1.png Em Imperatriz, é muito fácil comer mulheres. Tem que ser muito "prego" pra não pegar ninguém Cquote2.png
Turista sobre Imperatriz
Cquote1.png Rapá, eita cidade ruim pra cumê mulhê! Vamo pra Senador La Rocque ou pro interior que lá é mais fácil Cquote2.png
Imperatrizense sobre Imperatriz
Cquote1.png Hahahaha!! Eu já comi um monte de mulheres imperatrizenses, e eu como toda vez que tem um show no Parque de Exposições Lourenço Vieira!! Cquote2.png
Frank Aguiar sobre a citação acima
Cquote1.png Jura? Então somos dois!!! Cquote2.png
Qualquer artista que se apresenta em Imperatriz sobre as imperatrizentes e a citação acima
Cquote1.png Isto non ecziste!! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre temperaturas acima de 40 graus em Imperatriz
Cquote1.png Use filtro solar!! Cquote2.png
Pedro Bial aconselhando os que moram ou vão para Imperatriz
Cquote1.png Um povinho muito irado,vivendo numa cidadezinha do barulho e aprontando altas confusões que até Deus duvida! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre os imperatrizenses
Cquote1.png Deixa o homem trabalhar! Cquote2.png
slogan da campanha à recandidatura do prefeito Ildon Marques sobre a bebedice e inépcia em seu mandato
Cquote1.png A gente até deixa ele trabalhar. Ele não trabalha porque não quer! Cquote2.png
Justino Filho sobre o ex-prefeito Ildon Marques
Cquote1.png Queira Deus que eu morra logo / Antes que eu volte para lá. Cquote2.png
Gonçalves Dias sobre Imperatriz
Cquote1.png Ahh! Melancia denovo? Cquote2.png
Aluno de escola municipal sobre Merenda da escola de Imperatriz
Cquote1.png Não é possível continuar seu cadastro! Tente novamente em quatro anos! Cquote2.png
Facebook após proibição do uso de redes sociais pela Secretaria de Educação e Prefeitura Municipal

Imperatriz (Imperoza ou ITZ, para os íntimos) é a maior cidade do Tocantins, recentemente anexada ao Reino do Sarney, tornando-se a segunda maior cidade de Sarnaylândia (o vulgo estado do Maranhão), uma cidade vastamente conhecida por sua vasta fama de pistolagem, roubos de motos, e carroças.

Imperatriz conta com muito sujeira, miséria, crimes, e mato. Muito mato, onde seus habitantes realizam sua reprodução.

Imperatriz é a segunda maior cidade do estado (o que não quer dizer muita coisa, já que é mais uma cidadezinha de interior pobre). É a cidade com maior quantidade de bares per-capita do Brasil. E sonha um dia em se tornar capital do suposto estado do Maranhão do Sul, e carrega um ranço violentamente caipira e arrombado com São Luís, a capital real do estado unificado. Já recebeu o título de "capital da putariaia" (título dado a Paulo Afonso, na Bahia), "portal da pistolagem" (título concedido a Gurupi-TO, e até Paragominas-PA), "Metrópole da carroça do pneu furado" (que de metrópole não tem nada), mas só vingou mesmo "capital da pistolagem" (Marabá, município paraense, reivindica este título nacional). Atualmente luta para se separar do Estado, pois não vive de bem com a capital.

História[editar]

Uma rua de arquitetura inovadora de Imperatriz.

A cidade foi fundada por pessoas vindas do espaço, chamadas de "galáticos". Hoje, os galáticos, antes fadados ao esquecimento, vivem na cidade praticando crimes pela Internet. A maior operação da Polícia Federal que já houve no Brasil foi realizada na cidade, onde foram presas mais de 80 hackers trouxas galáticos.

Antigamente, os galáticos eram reconhecidos por chegar na Av. Caipira da Roça Querendo Ser Gente em suas carroças com um som de milhões de decibéis no volume máximo, tocando Calypso, Reginaldo Rossi ou música eletrônica de características homossexuais. Atualmente, com o dinheiro em falta, alguns descendentes desta espécia vivem perambulando por aí (preferencialmente na AABB - clubinho da cidade ou na Av. Caipira da Roça Querendo Ser Gente) com carroças, jegues, mulas e bicletas velhas, abarrotados de caixas de sons no volume máximo tocando "Tecno Brega" ou "Rebolation" cheio de "luzis" coloridas e saindo fumaça, uma cachaça (os mais abastados) ou cerveja quente de baixa qualidade no capô e cercado de prostitutas, suas mães, e outras devassas originárias da cidade.

A cidade foi oficialmente fundada por um padre pinguço chamado Manoel (por isso apelidado de pro-copo, que depois virou "Procópio"), recebeu a inteligente missão do então Governador da Província do Grão-Pará, de fundar um povoado num lugar repleto de índios valentes e belicosos.

Contudo, ao avistar uma praia onde "banhavam" várias índias, na margem esquerda do rio Tocantins (hoje praia do Cacau), o frei Manoel Procópio resolveu ficar por ali mesmo, afinal tinha encontrado o paraíso. Na oca da "Dalva" conheceu Tereza Guajajara, uma índia de ancas largas e seios fartos por quem se apaixonou e resolveu chamar o local de "Santa Teresa" e a oca da Dalva de "Cabaré da Dalva".

Ao saber que o sul do Grão-Pará, era quente pra cacete, resolveu ficar por ali mesmo, e fundou o povoado onde hoje é Imperatriz.

Poucos anos mais tarde, Porto Franco competiria com Santa Tereza pelo título de "Vila Nova de Imperatriz". A peleja duraria desde 1854 a 1862, quando Santa Tereza usurpa o título - apesar das melhores condições existentes em Porto Franco.

A disputa com a cidade vizinha foi narrada no livro da professora Edelvira Marques, chamado "Eu, Imperatriz", onde a autora escreve como se fosse a própria cidade fazendo uma auto-biografia. Na parte sobre a peleja, Santa Tereza e Porto Franco entram nos tapas e nos xingamentos, cada uma usando dos artifícios que tinham em mãos: "Sua puta, vagabunda, quenga safada, biscate, rapariga, pilantra" entre outros epítetos. A professora foi censurada por utilizar esses termos, mas como era irmã de Ildon Marques, foi perdoada.

A peleja somente acabou quando os "poderosos" de Santa Tereza (entre eles, Amaro Batista Bandeira, um tenente-coronel sanguinário e o próprio Frei Manoel Procópio) usaram toda sua influência para convencer os políticos do Império a transformar aquele campo falso, composto por terra barrenta, sem casas e cheia de mato, em vila.

Desde então, Imperatriz foi crescendo feliz, linda e cantante, tendo se transformado em cidade em 1924. Apesar de ser a história oficial, ninguém da cidade acredita nesta lorota.

Geografia[editar]

A cidade não tem mar.. mas tem praia com prazo de validade (30dias - ou menos) ao longo do rio Tocantins.

O relevo não é vítima de terremoto.. mas tem ruas que parecem ter sofrido abalo sísmico (tem cada cratera).

Não há vulcão... mas tem o calor das lavas (42° na sombra).

Clima[editar]

Panorama de Imperatriz num dia de calor.

Há quatro estações bem definidas: Verão, Calor, Quentura e Mormaço. A umidade está sempre acima de 80%. A principal diferença entre as quatro estações é que no Verão cai uns pingos (devido efeito estufa).

No calor realmente faz calor, Na Quentura mesmo em ambiente refrigerado ha sensação que o ar condicionado virou um aquecedor. No Mormaço ocorre uma chuva rápida e logo o Sol vem a tona e todos suam pra cacete por causa da umidade.

Sem falar no caos que fica na cidade quando chove, pois as ruas da cidade são divididas em dois tipos: as esburacadas (que foram asfaltadas) e as de lama (ruas não-asfaltadas que são usadas nas campanhas eleitorais como parte das promessas do candidato à eleição) onde se pratica um rally querendo ou não toda vez que chove; sem contar a canoagem praticada pelos ribeirinhos que fogem as pressas durante o período de inferno, devido às suas casas estarem cheias de "merda" provocadas pelas enchentes.

Já no verão recomenda-se a compra de aparelhos de ar-condicionado (mesmo que isso não resolva o problema do calor) que são vendidos em 6x sem juros no Credishop Credipobre (cartão de crédito que facilita a vida da gente).

Economia[editar]

Típica rua comercial de Imperatriz onde alimentos convivem com fumaça de carros e ônibus.

A cidade é considerada o maior polo atacadista da região tocantina, isso graças a grande variedade de mosquitos, que atacam as pessoas de dia ou de noite. E é claro, aos ataques histéricos dos "homens" da cidade.

As indústrias de sabão, raizadas de cachaça e ingredientes para panelada (mais conhecida no Brasil como "buchada de boi"), são também bastante desenvolvidas.

A cidade já foi considerada o "faroeste brasileiro", por causa da pistolagem, da poeira e do calor infernal. Chico Anysio teria dito a frase acima mencionada: "Se quiser contratar um pistoleiro, ligue (099)721..." em referência ao DDD de Imperatriz. Atualmente, para contratar um pistoleiro, basta ir na rua Guanabara, no Maranhão Novo. Os pistoleiros fazem ponto numa padaria naquela rua. Dizem que tem até uma pistoleira-mirim de 8 anos de idade que atira de escopeta .12 como ninguém. A mesma menina também detém em seu poderosíssimo arsenal uma espingarda de chumbinho tão poderosa, que juram que ela já matou um boi com a mesma. E com um tiro só! A turma do Taticú também frequenta lá. Então, cuidado para não contratar o pistoleiro errado, e não acabar sendo bem extorquido, na melhor das hipóteses. Na pior, morto.

Imperatriz tem um amplo comércio, baseado principalmente no setor de bares e de prostituição (chamadas pelo nativos de "raparigagem ou fuleragem"). O comércio de compra e venda de monografias prontas é um dos mais lucrativos. Os FACIMPEIROS filhinhos-de-papai que não gostam de ler podem optar por um leque considerável de elaboradores de trabalhos acadêmicos, sem contar com os elaboradores de monografia emergentes que estão ganhando espaço nesse mercado de trabalho, entre outros.

A segunda maior cidade do estado, possui uma galeria minúscula que recebe o título de Shopping Center. O Shopping é composto por: 50% de [forrozeiros (incluem playboys e patricinhas), 10% de góticos, 15% de metaleiros, 15% de pseudo-emos, 5% de gays (habitantes de Açailândia, cidade vizinha) e os últimos 5% são indies ou pseudo-indies.Nesta galeria tem ainda uma particularidade as lojas cheias de pseudos bacanas ainda vendem na notinha, ou seja tudo fiado é calote para todo lado. O “Choping Timbira” e o chopingue Tocantins, localizados bem no centro da cidade, para onde as pessoas das classes F, G, H, I... Z vão. Na verdade, nem são shoppings, tem só isso no nome para parecer mais stáili, já que aí funcionam umas míseras lojas que pagam 10 reais por mês para os empregados, que são forçados a trabalhar 23 horas e 59 minutos por dia debaixo de um calor infernal. O lugar é tão grande que mais parece uma caixinha de fósforo, pois da entrada é possível ver todas as saídas, ainda assim é considerado o “point" dos preibóis facimpeiros, conta com um cinema (o “Cine Brue” – antigo cine Timbira), onde se assistem os principais lançamentos meses depois de terem sido assistido em todo o Brasil. No entanto o Ministério da Saúde adverte: se você sofre de problemas como claustrofobia e síndrome do pânico, é melhor não passar mais do que dois minutos dentro do shopping, pois o lugar de tão apertado que você poderá começar a dar crises, convulsões, irritações e lesão da glândula pineal, que segundo o filósofo e fuleirologista Antônio Carlos Ferreira de Sena (vide youtube), fica fica no íntimo do mesencéfalo, na base do encéfalo. Nos finais de semana, o agradável lugar se torna um emocódromo, já que os MiGuXiNhOs resolvem se encontrar aí pra conversar, alisar a franja, soltar a franga ou simplesmente fumar um baseado antes que algum sergurança ou preibói dedo-duro os denuncie. Embora altamente moderno, o exteeeeeennnnso estacionamento do “chop” sempre fica lotado, sendo impossível arranjar uma vaga antes de 20 horas de tentativas (isso devido não ao alto contingente de frequentadores, mas ao espaço de 9 metros quadrados que abrangem todo o estacionamento).

O atendimento em Imperatriz é bem peculiar. Ao entrar nas lojas, principalmente da galeria (também chamado de Shopping Timbira), é melhor ir bem vestido, e de preferência, com a chave do carro pendurada do lado de fora do bolso, pois em caso negativo, prepare-se para ser completamente ignorado pelos atendentes. Mas se você for mulher casada segure seu homem ou reaprenda a fazer sexo, pois as vendedoras periguetes ganham na comissão da loja e na comissão do seu marido.

População[editar]

A cidade é conhecida por seu comportamento sexual liberal. Todos os seus habitantes do sexo masculino (heteros ou não), já mantiveram no mínimo 10 (dez) relações sexuais com vacas, bois, cachorros, bodes, galinhas e etc. Já as mulheres constantemente mantém relações sexuais com cavalos e etc.

Infelizmente a cidade anda tendo um aumento desagradavelmente grande de gays, petistas analfabetos, lésbicas, bissexuais, simpatizantes, emos e afins. Esta modinha tem gerado muito desconforto e apreensão na população local, pois está cada vez mais comum aquele amiguinho de infância ser nada mais nada menos que um homossexual promíscuo.

A cidade também dispõe de uma enorme quantidade de mulheres putas safadas, resultado do cruzamento dos loiros sulistas com morenas do Maranhão, o resultado é uma penca de morenas cor de jambo, etá mulherada quente. A mulherada libera para todo mundo, qualquer homem de preferência de fora da cidade, elas não perdem tempo e atacam mesmo. Menos para os "homens" de imperatriz.

Bairros[editar]

Os bairros da cidade contém pessoas extremamente exóticas: menores de idade grávidas, velhas fofoqueiras que fumam uma planta chamada "parronca", crianças que assaltam comércios, meninos magros mas com a barriga demasiadamente enorme (por causa das lombrigas), muita gente feia e suja. Não pode passar um carro, que os moradores saem de suas casas para ver, admirados. Quando se anuncia: "Comida grátis", os bairristas costuma-se levar a família inteira - tios, primos, avós, filhos, netos, vizinhos, os filhos dos vizinhos, etc. Quando se anuncia: "Bebida grátis", é a vez dos pais, que convidam amigos, os quais que convidam amigos dos amigos e parentes, para encherem a cara até caírem no chão.

Diversos bairros são luxuosos: enquanto as casas caem aos pedaços, antenas parabolicas são vistas sobre o telhado. O imperatrizense é, além do mais, bastante generoso: prefere gastar todo o seu salário no bar com os amigos (seja com baralho, seja com cachaça) do que comprar mantimentos para a família. Os políticos em época de eleição, fazem promessas e abraçam todos os jovens e crianças com amor fraternal e paternal - mas quando chegam em casa, lavam seu corpo com água e quiboa...

Educação[editar]

As (únicas) universidades públicas da cidade são: UFMA (conhecida como "iscola çuperiô") e UEMA (caída aos pedaços e repleta de urubus e lixo, no centro da cidade, isto é, no meio da favela). Quatro são as faculdades particulares - FACIMP, Unisulma, FAMA E FEST. Nestas, o critério de admissão é a conferência do contra-cheque.

Nas faculdades particulares, programas de "inclusão" ao ensino superior são oferecidos aos menos afortunados - como filhinhos de papai que não querem estudar pro vestibular na universidade pública e pré-vestibulandos fracassados que passaram anos pagando cursinho pré-vestibular no "Avanços", "Teorema" e "Superior" (cursinhos perda de tempo)sem passar e que acabaram desistindo. Algumas das faculdades particulares têm concedido "bolsas" a diversos alunos – e assim contribuindo para um processo de miscigenação social, em que se misturam preibóis e patys-putas com pobretões e putas-putas. Nesses casos, a taxa de inscrição e a mensalidade consistem na doação de 1 kg de alimento não-perecível. As mais desesperadas atrás de alunos são normalmente as que permitem aos candidatos agendar a própria prova, tradicional ou eletrônica. As faculdades particulares da cidade ganharam nota máxima na avaliação do MEC, sendo que as questões da prova do vestibular as mais difíceis do Brasil. Eis um exemplo:

"01) Responda a seguinte questão:

Quem descobriu o BRASIL? Foi Pedro Alváres Ca(____):

a) bral
b) brel
c) bril
d) brol
e) brul

Já nas universidades públicas - Universidade Estadual do Maranhão e Universidade Federal do Maranhão - diversos candidatos passam no vestibular sem estudar nada, enquanto outros - mesmo se matando de estudar - não conseguem passar. O ensino é de alto nível, com professores capacitados e que são capazes de discursar e ensinar diversos saberes e conteúdos de difícil domínio - menos os assuntos pertinentes a grade curricular.

O mais interessante é que a maioria deles deixam a cidade para estudar em São Luís, e com isso, acabam aumentando a quantidade de favelas na capital.

Em geral, os universi(o)tários de Imperatriz se dividem em cinco categorias: 1. Os plays-boys e patys cujos pais estão falidos, mas que mesmo assim posam como ricos (geralmente são os que comem todas as mulheres da sala...); 2. Marxistas semi-alfabetizados que sonham em salvar a cidade da ameaça iminente do "Capitalismo opressor" (estes não comem ninguém, mas se tornarão os futuros políticos da cidade); 3. Homossexuais que marcam encontros pichando as paredes dos banheiro com frases do tipo: "Haroldo, rabo-de-cana quer dar hoje, as 19:30, nesse banheiro. Quem estiver interessado, favor comparecer". 4. Evangélicos e membros da ABU que rebatem os convites homossexuais também pinchando as paredes, com frases cheias de erros ortográficos: "Deus disse: viado não entra no céu", "No inferno o bicho nunca para de ruer (ui!)", "Diga não ao casamento gay", "Jesus te ama, viado!". 5. Nerds invisíveis que conseguem passar 5 anos despercebidos dentro da universidade (estes, definitivamente, não comem ninguém).

Saúde[editar]

A saúde de Imperatriz é tão boa que a prefeitura pode deixar dezenas de ambulâncias apodrecendo num pátio sem qualquer uso.

A saúde de Imperatriz é bastante avançada, com médicos especialistas no tratamento de curuba, antôjo, espinhela caída, dor nos quartos, pé dismintido, moleira mole, quebranto, tosse de cachorro, farnizim, frieira, cobreiro, pereba, gastura, furúnculo, berruga, pira, dor de viado, impinge, pano branco, xanha, estalicido, íngua, bucho quebrado, dentiqueiro, calo seco, unha fofa, pé inchado, mucuim, gôto inflamado (provocado quando a comida cai no gôto), pá quebrada, frivião no corpo todo, sapinho, antojo, papeira, lundum, nó nas tripas, algueiro, estopor, unheiro, gôgo, boqueira, calombo, dormência numa banda do corpo, murrinha, cansaço no coração, joelho desmantelado, olho anuviado, caganeira, água nas juntas, constipação, fígado ofendido, vêia quebrada, nascida, trêis sol e chaboque do joelho arrancado.

Transportes[editar]

Imperatriz é uma das poucas cidades do mundo onde o papa-entulho é aceito como veículo distinto e pode compartilhar espaço no meio do trânsito, ocupando ruas de maneira indiscriminada.

As oficinas de bicicleta também predominam na cidade. Aliás Imperatriz é a China brasileira. É a cidade com maior número de bicicletas, motocicletas, carroças e congêneres do Brasil, tornando o trânsito da cidade um dos mais organizados do país, sendo que a mais de cinco anos não é registrado nenhum acidente.

Os táxis são uma alternativa de transporte urbano em Imperatriz, e vieram para suprir as lacunas existentes pelos ônibus e moto-táxis. Levam passageiros dos bairros para o centro. Carros confortáveis e cheirosos (95% são compostos por FIAT UNO) são o padrão de qualidade neste tipo de serviço, que conta com sindicato e assessoria Jurídica...

Nos bairros mais populosos da cidade, são frequentemente encontrados vários automóveis, vendendo sorvete. Os sorveteiros sempre seguem um padrão: carros com mais de 25 anos de uso, composto por uma frota de monstros sagrados da indústria automobilística nacional: Corsel LDO, Belina, Chevete, dentre outros. Além disso, possuem uma gravação "Vai passando o sorveteiro, traga a vasilha" pois por trás de aparentes inofensivos versos, existe um verdadeiro mantra, uma verdadeira lavagem cerebral, chegando até a ser uma hipnose, pois a gravação não sai da cabeça ("traga a vasilha, traga a vasilha, traga a vasilha"), levando você a comprar o famigerado sorvete...

Cultura[editar]

Estado do Ginásio Municipal, e o motivo de todos serem tão traumatizados e contentados apenas em escutar forró e brega como lazer.

O imperatrizense adora música. Tanto que faz questão que você ouça também. Por isso, não se estranhe com a poluição sonora vindo dos domicílios da cidade, é apenas a forma deles darem as suas "boas vindas". Predomina na cultura musical imperatrizense o brega, calypso, trance, mpb e o dance em geral que podem ser ouvidos o tempo todo em qualquer lugar. Com a maior importação de pessoas do Sudeste e Centro-Oeste brasileiro (Minas Gerais, Goiás e São Paulo), também se ouve muito Sertanejo, tanto que existem muitas casas que promovem o ritmo, criando assim as terças, quartas, quintas, sextas e sábados sertanejos, sem falar num ritmo importado diretamente da Bahia, chamado Arrocha, no qual os seresteiros já existentes na cidade abocanharam e fizeram deste ritmo uma alto promoção, lotando e criando assim pequenos "clubes" onde acontecem a "Noite do Arrocha". Os principais frequentadores das noites sertanejas são os pseudo-agroboys, maioria estudantes de Zootecnia da Facimp. Já os frequentadores das noites do "Arrocha" são aqueles advindos dos bairros mais distantes, fãs de Amado Batista e cia. É de praxe ver coroas recém plastificadas, sendo que uma em especial quando vai a um desses clubes, leva uma muda de roupa pra trocar quando seu suor molha toda sua roupa de tanto dançar.

No mês de junho existem diversas quadrilhas. Mas não são criminosas, e sim aquelas de dança mesmo, ao contrário do resto do estado que neste período só tem aquela dança que ninguém entende chamada Bumba Meu Boi

Na TV, toda manhã bem cedinho não tem nenhum velho, jovem, adulto, criança, papagaio, cachorro, periquito, jumento, e derivados que perca os jornais policiais locais. Já faz parte da cultura do imperatrizense assistir ao mesmo antes de trabalhar ou ir frequentar a escola. Os programas mostram a realidade da cidade, ou seja, mortes, brigas, acidentes, facadas, e os seus resultados no Hospital Municipal, Funerárias e Delegacias. Ao meio dia, as TV Locais exibem vários programas, indo do assistencialismo com pretensões eleitorais ao sensacionalismo coronelista. Alguns há mais tempo no ar com merchandising do que com matérias propriamente ditas.

As rádios da cidade, refletindo o gosto do seu povo, possui uma imensa variação de músicas nos programas, assim distribuidas:

  • 8:00 Forró
  • 9:00 Brega/Calypso
  • 10:00 Forró
  • 11:00 Brega/Calypso
  • 12:00 Forró
  • 13:00 MPB (Na Mirante Fm)
  • 14:00 Forró
  • 15:00 Brega/Calypso
  • 16:00 Forró
  • 17:00 Brega/Calypso
  • 18:00 Forró
  • 19:00 A Voz do Brasil
  • 20:00 Brega/Calypso

Assim, alternadamente, até as 04:00 da manhã, onde surgem os programas dos demais gêneros musicais. Se você é um amante de outro ritmo, um ritmo mais decente como música clássica ou mais underground como jrock, pode se preparar para ser tratado pelos nativos locais como um verdadeiro alienígena.

Gastronomia[editar]

A Panelada, comida típica da cidade, é indicada para pessoas com diabetes e hipertensão, devido ao seu baixo teor calórico. Pode ser encontrada em pontos de grande movimentação como próximo às "Quatro Boca" onde os pontos de panelada receberam o nome francês de "Le Costê parruá" ("de costa pra rua"). A influência desta tão requintada culinária ganhou apoio dos governantes com uma apimentada homenagem que é o "Panelódromo". É a indicação número 1 dos nutricionistas que passaram anos estudando essa verdadeiro milagre alimentar.

Lazer[editar]

Exemplo da realidade cultural que domina o cotidiano de Imperatriz. Para que o dono deste carrinho recolheria o próprio lixo produzido?

Em cidades grandes normalmente se tem maiores concentrações de piriguetes por metro quadrado em rachas, shows, danceterias e etc, mas em Imperatriz não, ali a originalidade vem em primeiro lugar. O povo é tão chique que acha o máximo ficar tomando cerveja em cima de uma carroça em pleno sol escaldante do meio-dia, onde é possível fritar um ovo no asfalto em menos de dois minutos. É sem dúvida um tremendo programa de índio.

Outro atrativo é o "Banco do S" que diariamente no por-do-sol, reúne os maconheiros da cidade para o tradicional beck de fim de tarde, traficantes podem ser encontrados no ocaso do sol, neste setor peculiar.

Por fim, ainda há vários espetinhos espalhados pela cidade, muita carne a venda, mais se observar bem é uma cidade que quase não se vê gatos e cães nas ruas, portanto cuidado pode ser mesmo um espetinho de gato.

Turismo[editar]

O turismo na cidade é muito rico. Um dos lugares mais visitados no mês de julho é um banco de areia, formado no meio do rio Tocantins, por causa do assoreamento e do esgoto que desemboca logo em frente. Chama-se "Praia do Meio", embora não fique no mar. O Rio Tocantins é o esgoto ponto mais importante da cidade, sendo o principal cartão postal.

Na bela cidade de Imperatriz existe a grande Cavalgada como grande evento, que marca a abertura da Exposição de Shows de Imperatriz, nesta emocionante cavalgada há apenas meia duzia de cavalos e o resto são carroças... Deveria chamar-se de "Carroçada". O pior é o rastro de merda e estrume que fica na pista quando a cambada de filho da p&*$#@! passa interrompendo o tráfego da BR-010 achando que são as estrelas da cidade. A exposição é um verdadeiro desfile de pseudo-cauboys (caipiras imbecis), pois no resto do ano são playboys acompanhados de suas patys (pobres e feias) e periguetes (burras e putas). Ficam passeando todas as noites no parque com a bota recém comprada (apertada), cinto cuja fivela é tão grande que parece mais um escudo, e chapeuzinho falsificado.

O campeonato de carroças é o maior evento anual da cidade. Supera em audiência em Imperatriz até a Copa do Mundo de Futebol, Olimpíadas, e até mesmo o show do Calypso.

Todo ano o comércio é fortemente movimentado com a compra de botas realizadas todo ano no período da Expoímpe - Uma grande ironia é que elas são normalmente utilizadas uma vez do ano - A não ser que você esteja cursando Zootecnia da FAZCIMPE. Todas as noite são realizados shows de forró com as bandas mais famosas do... Bacurí! Com a presença certeira de Eduardo Costa, e Banda Baetz -" A poderosa do Forró" argh...!!!!

A Avenida Beira-Rio é outro local bastante frequentado. Os turistas devem tomar apenas cuidado com cadeiras voando, garrafas de cerveja balas voando vindo dos bares, uma centena de mendigos e aroma de peixe podre da melhor qualidade, afinal o antigo mercado do peixe é lá na mesma avenida. os bares possuem preços excelentes, apesar de que na verdade apenas galacticos tem condições de pagar, pois uma mera moqueca pode ser vendida a 80 reais na maior cara dura. Além disso, as músicas dos bares competem com as dos sons automotivos, transformando a avenida num verdadeiro campeonato de decibéis. Leve, de preferência, um tampão de ouvidos e curta o espetáculo visual.

O turista é encorajado a aproveitar também e e visitar os bairros mais afastados da cidade (Santa Rita, Redenção, Vila Cafeteira, Vila Fiquene, Vila Lobão, Vila Brasil, Planalto, Bacuri, Vilinha, etc). Utilizando, de preferência, colete a prova de balas e assim apreciar com maior segurança a chuva de balas perdidas que costuma ocorrer nestes locais.

Não percam a oportunidade de se hospedar nos melhores hotéis de Imperatriz, na verdade um luxo principalmente nos preços a média fica em torno de 80 pilas e tem hotel que mesmo você pagando apartamento de casal não pode levar uma periguete para tomar café da manhã.

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SARNEYLÂNDIA MARANHÃO
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