Friendly Fires

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The Merlim's Order First Class garante que este artigo é 100% inglês. Ele é industrializado, casto, vitoriano e tem a aprovação de £ewis Hamilton.

Se o artigo for sem graça, é apenas humor britânico.
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Ozzy Osbourne deu sua benção a este artigo!

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Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Friendly Fires
Friendly Fires no paredão.jpg
O trio no paredão esperando as groupies
Origem Londres
País Bandeira da Inglaterra Inglaterra
Período 2006 – Atualmente (desde 2008 com o atual nome)
Gênero(s) Indie Rock eletrônico
Gravadora(s) {{{gravadora}}}
Integrante(s) Ed Macfarlane;
Jack Savidge;
Edd Gibson.
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Friendly Fires.

Babel fish.gifTraduzindo: Fogo Amigo
Babel Fish sobre Friendly Fires
Cquote1.png Essa banda pode ser uma ameaça ao psicológico dos soldados. O que teve de gente morrendo por causa disso... Cquote2.png
Coronéis, majores e brigadeiros sobre Friendly Fires
Cquote1.png On Board, Hold On e Skeleton Boy Cquote2.png
Gamer sobre Friendly Fires
Cquote1.png Banda de merda! Se fosse boa, “On Board” e “Hold On” estariam em Forza Motorsport! Cquote2.png
Forzista sobre Friendly Fires
Cquote1.png Vocês traíram o movimento post-hardcore, veio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Friendly Fires
Cquote1.png Rola direto aqui nas exumações! Cquote2.png
Perito forense sobre ”Skeleton Boy”
Cquote1.png Chamaram? Cquote2.png
Esqueleto sobre ”Skeleton Boy”

FRIENDLY FIRES é uma banda de indie rock eletrônico, ou seja, uma suruba que só, formada na Inglaterra em 2006, em uma universidade, ou seja, era o clichê de bandas americanas atravessando a poça. Agora quero ver uma banda americana se formando em um pub.

A banda bem requisitada por parte da comunidade gamer por quase ter a música tema do Gran Turismo 5: Prologue, ou seja, um caça-níquel da Polyphony, já que o jogo original, após algum tempo, bateu o recorde mundial de adiamento. Quando este foi lançado, era a vez de uma outra música entrar na soundtrack, e, ainda conseguiu colocar música em um monte de jogos da EA.

O Começo Disso Tudo:[editar]

Em uma universidade lá na Inglatera (não é Oxford, ou seja, eles não são tão inteligentes assim), alguns adolescentes que acabaram de sobreviver ao trote de ter que ser alvo de paintball.

Durante a sessão médica para tentar se curar desse problema, decidiram jamais entrar em um paintball da vida. O fogo amigo já era inimigo naqueles dias.

Trocaram o paintball por uma lan house cheia de adolescentes jogadores de CS, que sempre são adversários de valor, e que era gerida pelos alunos de ciência da computação dessa universidade. Lá, eles viviam tomando sova deles mesmos, novamente sendo vítima de fogo amigo, assim, desistiram de armas e deram fim ao sonho de serem militares um dia. Como a Inglaterra é um país cheio de Pubs, e que 99% das bandas locais começaram neste tipo de bar, toparam começar uma banda de rock.

A Carreira:[editar]

Com Outro Nome:[editar]

Sendo fichado. ELES SÃO UNS BÁRBAROS!

Cientes de que jamais voltariam no tempo, resolveram se consolar e batizar a banda de “First Day Back”, ou seja, usar suas músicas para limpar as merdas que fizeram na universidade, mesmo com os letrados da universidade discutindo até hoje se esse “Back” é uma alusão a maconha, dados os clichês de universitários.

Na falta de criatividade, concluíram que mamar nas tetas do Green Day, aquela banda que fãs e indiferentes dizem ser punk e haters dizem ser emo, fazendo parte do modismo do “não gosto, logo é emo”, e que estavam faturando bilhões chamando o Bush Filho de filho da puta nas entrelinhas com o American Idiot.

Após um tempo de tímido sucesso, eles viram que essa banda era uma bicicleta ergométrica, ou seja, não estava levando a lugar algum, já que os ingleses não-anarquistas não tinham quem xingar no país quanto a política. Até hoje eles argumentam que na época tinha gente a ser xingada no país, mas, no esporte: não eram muito fãs de Roman Abramovich, o homem que implementou a Máfia Russa no futebol inglês, império que reina até hoje com adesão de mais mafiosos gerindo os times e tornando o campeonato mais rico e com mais dinheiro sujo envolvido (o segundo fato é omitido pela mídia).

Após alguns anos, um estúdio de música eletrônica chama Ed num canto e tenta comprar sua musicalidade. Após meses de transações e acordos que seriam bom para ambas partes, concluíram que já era hora de mudar a musicalidade e deixar Billie Joe Armstrong & Seus Blue Caps em paz.

Querendo evitar processos da banda original, que nem sabia da existência deles, resolvem trocar o nome da banda. Aí se lembraram que se ferraram tanto com fogo amigo que resolveram pensar neles e batizarem a banda pro que conhecemos hoje, FRIENDLY FIRES.

Já Com o Atual Nome:[editar]

Ouvindo o próprio trabalho. Acho que eles não estão gostando muito...
Clipe de "On Board"

Assim que soube da nova banda, o pessoal da Polyphony, com pouca grana após pagar todas as licensas para o Gran Turismo 5, resolveram chamá-los para fazer a música de abertura do GT5 Prologue, uma conspiração para ninguém ficar reclamando do excesso de adiamentos do lançamento do GT5: Now It Gets Fucking Serious, assim, compondo “On Board”, que não foi o tema de abertura porque o Weezer pagou aquele jabá que ajudou na hora de repor o dinheiro gasto com as licenças.

Com essa música, eles resolveram gravar um CD e compor mais algumas músicas que jamais seriam usadas em games, só serviriam para tocar nas rádios, vender discos e encher os cofres deles.

A banda usou uma estratégia extremamente agressiva, onde conseguiu estourar com várias músicas simultaneamente, cada uma com um público-alvo: góticos e antropólogos forenses e gamers com “Skeleton Boy”, apaixonados com “Lovesick”, gamers com “On Board”, patricinhas e franceses com “Paris”, nadadores artísticos com “Jump in the Pool”, ou seja, essa estratégia fez com que a banda pudesse passar muito tempo só vivendo dos seus prêmios e cantando “On Board” em torneios de GT5P. Assim, a banda conseguiu realizar um sonho dentro da música: não ter música poser.

Quando a banda já estava caindo no esquecimento, já que as músicas estavam ultrapassadas e com o GT5 sendo lançado, precisaram voltar ao estúdio gravar o 2º álbum. Para a sorte deles, o pessoal da Polyphony voltou a procurar seus préstimos querendo colocar mais músicas a baixo custo na sua nova criação. A história que contam é que GT5 foi adiado tantas vezes por causa das negociações com a banda para colocar uma música no jogo, eles queriam a abertura acima de tudo, após ter o tapete puxado pelo pessoal do Weezer. Após tudo isso, chegaram a um acordo e, o jogo previsto para 2009 estreia em 2011.

Raio-X:[editar]

Integrantes:[editar]

  • Ed MacFarlane: Vocalista e o cara que se vendeu para conseguir um contrato com um estúdio. Se não fosse por ele, o mundo teria só mais uma banda de post-hardcore
  • Jack Savidge: Mais um dos acadêmicos que queria realizar o sonho de uma banda universitária. Já estava na universidade, só faltava a banda em si...;
  • Edd Gibson: Apesar do sobrenome, não é um guitarrista parente do Mel Gibson nem do Edd (aquele que chamam de Dudu no Brasil), um cara desses seria um dos maiores fodões do universo, com certeza...

Álbuns:[editar]

  • Friendly Fires: Um álbum homônimo que não seria homônimo se fosse lançado uns anos antes. Entendeu? Esse álbum foi criado só para ter algumas faixas a mais e ninguém ficar os conhecendo só por “On Board”. Não queriam que já ganhassem haters de cara (os Forzistas, achando que estes se interessariam por outras faixas (2008);
  • Pala: “Bola” em italiano, “Para” em Cebolinhês. Até hoje ninguém sabe o porquê desse nome. Talvez seja uma alusão a algum esporte com bola ou então uma homenagem ao Cebolinha. A Polyphony acredita que esse álbum é uma propaganda subliminar do Citröen C4 Pallas (2011).

Músicas:[editar]

Skeleton Boy
  • Música do Gran Turismo 5: Prologue e do Wii Fit: A banda começou querendo dominar o mundo através dos games, compôs essa música com o objetivo de ser a abertura do GT5P, mas, não contavam com uma coisa: o Weezer existia. Forzistas, logicamente, reprovam a música;
  • Garoto Esqueleto: A música preferida de góticos e antropólogos forenses, mostrando que aquelas animações clássicas de esqueletos dançando servem para alguma coisa, assim, fazendo uma versão live-action dessas clássicas danças. Essa música está em jogos da NBA e do NHL. No 2º, é a música que toca durante as brigas, pois os skeletons sempre aparecem nas fraturas expostas resultadas das brigas;
  • Amor Doente: Conta uma história de amor bem simples, mas, contada pelo ponto de vista do apaixonado;
  • Paris: Música favorita dos franceses (com esse nome…) Paris Hilton foi a Paris assistir Paris, Texas. A merda que deu? Escuta a música! Por ter alusões a patricinha/socialite/desocupada/pseudoatriz/atriz pornô Paris Hilton, as patricinhas adoram essa música;
  • Diamantes Brancos: Com esse nome, só mesmo para tocar em Gossip Girl...;
  • Pule na Piscina: Música composta para ser a música da performance da equipe inglesa de nado sincronizado nos Jogos Olímpicos de 2008, mas, Omo na verdade o que foi visto foi “nada sincronizado”, ficaram feliz de a música não ter sido escolhida;
  • A Música do Gran Turismo 5: Você que esperou 2 anos para que GT5 finalmente fosse lançado e odious isso, tem a opção de culpar essa banda, que ficou fazendo doce com essa música pros diretores da Polyphony. Só para constar: todo mundo já fez música chamada “Hold On”. Eles não ficaram para trás;
  • Cacete Azul: Já imaginaram um pornô dos Smurfs? Se sim, você é um doente (principalmente se você imaginou as personagens em um Gang Bang com a Smurfette). Não? Escute essa música e tire suas conclusões. Algumas pessoas falam que essa música na verdade foi escrita após um dos integrantes da banda manjar um integrante do Blue Man Group em um mictório;
  • Ar Havaiano: Tocando com os Engenheiros do Hawaii no Havaí.