Ficção científica

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A ficção, às vezes, imita a realidade, ou o contrário.

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Google sobre Ficção científica
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Fã de ficção científica.
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Sua avó sobre as histórias de ficção científica.
Cquote1.png É mentira. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre veracidade das histórias.
Cquote1.png Star Trek provou que todos esses filmes possuem erros imperdoáveis Cquote2.png
Trekkies sobre Ficção científica

Ficção científica é mais um gênero de histórias que enfeitam livros, filmes e qualquer outra porcaria que possa ser vendida como forma de entretenimento, cas você se aprofunde na pesquisa desse gênero verá que não é muito difícil encontrar até obras pornográficas que envolvem sodomização de raposas por seres de outro mundo.

Antecedentes[editar]

Imagem impressa diretamente do sonho de um pensador antigo. A visão filosófica já previa a perdição para a qual estávamos caminhando muito antes dos contos da Carochinha da Ficção Científica.

Desde os primórdios da história, a tecnologia tem se tornado cada vez mais presente na vida das pessoas, acomodando ainda mais a população mundial e transformando cada vez mais pessoas em vagabundos obesos e desocupados que fazem birra até mesmo para levantarem a bunda do sofá e mudar o canal da televisão (geralmente são aquelas mesmas pessoas que possuem buracos negros entre as fissuras do sofá, muito conhecidas por deixarem seus controles remotos caírem por lá e nunca mais conseguirem recuperar).

Dentro desse contexto, surgiu a Ficção Científica, que engloba um conjunto de obras artísticas que geralmente são criadas unicamente para retratar os piores costumes humanos de que se tem notícia. Porém, o que torna a Ficção Científica tão cogitada por um seleto grupo de desocupados denominados nerds "fãs", é que a mesma faz uma abordagem amena e fantasiosa disso tudo.

De maneira geral, a Ficção Científica joga na cara da humanidade todos os seus podres de maneira sorrateira e apelando ao imaginário popular. Porém, a abordagem do lado mais obscuro da tecnologia não iniciou-se na Ficção Científica. Já nos tempos em que tua avó era virgem, vários outros desocupados sem vida social (como Immanuel Kant e René Descartes, por exemplo), provavelmente durante experiências sobre-humanas oneirocinéticas, já acreditavam em alquimia na transmutação transformação de fenômenos metafísicos (isso mesmo, aqueles mesmos descritos nos livros de filosofia do Ensino Médio que você jogava embaixo da cama e fingia que lia) em fenômenos tecnológicos. Ou seja, involuntariamente eles já estavam prevendo a mesma desgraça que a Ficção Científica atual também descreve.

História ao longo dos anos[editar]

Há uma infinidade de fãs dessas porcarias.

A ficção acompanha o homem desde antes da pré-história, no entanto relatos de homens primitivos revelam que a ficção provavelmente tenha surgido num grupo de humanos, ou pelo menos hominídeos, que sobreviviam às custas dos adoráveis peixinhos, disputando com ursos e tubarões o alimento de cada dia, nesse grupo que decidiu viver a beira dos rios surgiu a ficção científica, iniciada com as célebres histórias de pescadores.

Os povos da história logo foram absorvendo tudo isso, e até mesmo ampliando a noção de ficção científica, nascia assim as lendas, histórias fantásticas, afinal toda espécie de mitologia é baseada na ficção científica, que muitos, por vezes, aceitam como verdade, dessa forma, também, surgiu mais uma forma de alienação social a religião, que consegue fazer uma coletânea de mitos e impô-los como verdade, já que por natureza o homem tem necessidade de explicar tudo a seu redor, para isso apela a ficção científica.

Na ficção científica há uma mistura de homem e máquina.

Tal comportamento se espalhou pelo mundo, tanto que não há um povo que não possua suas lendas ou uma noção mínima de religiosidade, assim a ficção se espalhara pelo mundo, mas convém lembrar que ficção não é apenas mentira, é uma história inverossímil que alguém tende a achar interessante, podendo ser feita para explicar fatos os quais não pode-se conceber uma visão racional ou para entreter.

Na atual era, o termo significa um gênero do entretenimento, aquele que apela para tecnologias ou seres inexistentes, fora do alcance da realidade, tudo que escapa do seu mundinho e é usado para entreter alguém, por mais chato que a história seja é considerado uma obra de ficção, tais como Star Wars e O ataque dos tomates assassinos, ficção científica em sua designa algo que ficciona acerca da ciência, designação que se aplica a filmes onde há tecnologia envolvida, não que qualquer mera história não seje ficção, mas ficção científica se aplica particularmente em histórias futuristas e espaciais, ou seja, aquelas sem muito sentido em que a tecnologia consegue vencer as leis mais básicas da física. Nessas histórias é comum explosões barulhentas no vácuo.

Ficção científica e tecnologia[editar]

Até os personagens daquelas porcarias comem.

Basicamente, essa transformação de zé-ninguém humano comum em nerd humano tecnológico, começou a se fazer mais presente no cotidiano durante a Revolução Industrial, uma época obscura que podemos considerar o contexto no qual a ficção científica começa a ter seu pontapé inicial, o que explica tanta obsessão do gênero por esse período.

Isso é muito exemplificado inclusive em vários subgênero RPGistas-literários da ficção científica, como um tal de Steampunk. Não se sabe ao certo o porquê disso, porém, tudo indica que em virtude da nova tecnologia originada naquele período, os trabalhadores braçais humanos começavam cada vez mais a levar um chute nos fundilhos por parte de seus patrões para serem substituídos por máquinas.

Representação de um renomado vagabundo completamente sem estudo, fantasiando acerca do mundo ao seu redor. Desempregado e lançado na sarjeta (provavelmente bêbado) por conta de sua ineficiência perante a tecnologia, só restou ao pobre coitado caducar devaneiar acerca das transformações que estavam acontecendo no período em que vivia. Cena muito comum durante a Revolução Industrial. Foi dessa maneira que surgiu a Ficção Científica.

Na verdade, as máquinas eram muito mais vantajosas: não precisavam ser pagas todo mês, não tinham necessidade da odiosa "pausa" no meio do trabalho, e além de realizaram o trabalho sujo muito mais rápido, não saiam pela rua fazendo fofocas e boatos pejorativos sobre seus respectivos chefes; isso sem contar o fato de que não precisam comer, beber ou dormir. Por conseguinte, as pessoas caíam na rua da amargura, e pelo fato de em sua maioria serem completos ignorantes sem qualquer estudo, se configuravam em mais vagabundos a povoarem o planeta, já que nunca mais conseguiam achar um emprego decente na vida.

Como resultado, esses desempregados se viam na necessidade de achar algo para ocupar seu tempo, e começavam a fantasiar acerca do mundo ao seu redor (muitos tinham de fato uma imaginação fértil, outros simplesmente enlouqueciam e piravam na batatinha de vez ao se verem em uma existência vazia, sem emprego e sem sentido). Dessa maneira, a tecnologia e a Ficção Científica se alinharam definitivamente.

Quando a Ficção Científica começou a consolidar-se como gênero típico para gente desocupada, vale lembrar que ela chupinhou encontrou suas principais bases em um antigo gênero, o qual também costuma ser muito visado pelos mesmos adeptos: Horror. Muita gente não entende a associação entre ambos os gêneros ainda hoje, possivelmente, por conta da incapacidade intelectual ou apenas analfabetismo literário. Ainda nesse contexto, surge então aquele considerado por renomados vagabundos historiadores e críticos literários como sendo a primeira obra literária do gênero: Frankenstein, popular obra gótica-psicopata escrita por um espectro feminino e pálido que na época atendia pelo nome de Mary Shelley.

Frankenstein englobou os principais elementos que classificam uma legítima obra de ficção científica nos dias atuais: nerds psicopatas, aberrações sobre-humanas, dramaticidade exagerada, tecnologia avançada, conflito entre aquilo que é humano (no caso, um químico-físico-biólogo doido infeliz com a própria vida e obcecado por histórias haitianas de zumbis e macumba) e aquilo que não é humano (no caso, a própria criatura, um zumbi inteligente e culto feito de restos mortais que fica o livro todo chorando, resmungando, e reclamando da vida por ser feio e amarelo, e que acaba por se tornar um monstro psicopata assassino que procura a destruição humana).

Dessa maneira, a união entre tecnologia, fantasia e violação das leis da ciência acabou por tornar-se o elemento chave desse gênero. Partindo-se desse princípio, posteriormente o gênero foi crescendo ao longo dos anos, deixando brecha para o surgimento de seus respectivos subgêneros, dentro dos quais podemos citar diversas vertentes inúteis menos conhecidas, como o Biopunk, por exemplo.

Exemplos de enredo[editar]

Esses personagens costumam usar roupas bem estranhas.

Na ficção científica, sempre há algo meio cyber-punk-gótico, ou acaba sendo extremamente infantil. A história é toda baseada na viagem que o autor tem ao elaborar novas tecnologias, seres extraterrestres, imagina a diversão que foi elaborar todos aqueles personagens de Star Wars, ou o cumprimento estranho de Jornada nas Estrelas, mas isso teoricamente e detalhe se comparado ao que deveria ser o enredo principal, isso se os autores ligassem para a história, eles estão afim mesmo é de inventar e soltar a imaginação.

A história é sempre parecida, emplaca clichês como vingança e amor, as personagens ficam indo de planeta em planeta, sistema estelar em sistema, só para ficar descrevendo paisagens grotescas e habitantes ainda mais estranhos. Ainda há obras que prezam pelo clima dark, aí todos os personagens são obscuros e os malvados são feiosos e bem... Malvados. Ainda há a opção de fazer algo educativo e destinado às crianças, pode ensinar ao público infantil os planetas e outras coisas.

Ver também[editar]