Falta de ar

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Falta de ar.

O que é a "Falta de ar"?[editar]

Putz!. Esqueci de carregar os tanques de ar. Houston, we have a prob... a... ahhhh... ohhh... ... ...

A Falta de ar (também conhecida por "vácuo") é uma queixa muito frequente entre a população que se afoga no oceano ou realiza viagens para o espaço sem os equipamentos adequados. Algumas pessoas declaram ter falta de ar mesmo nível do mar, o que é um absurdo, já que estas pessoas estão cercadas de oxigêncio como todas as outras, e com certeza "ar" não é o que está faltando.

Etimologia[editar]

No fundo do mar tem bastante ar. É você que não consegue respirar. Ha!

Como todos aprendem na escola, as moléculas de gases são atraídas pelo campo magnético da Terra devido ao atrito com as correntes de ar, fazendo que a atmosfera fique mais densa quanto menor a altitude. Por isso quando você for escalar o Everest, leve oxigênio, seu trouxa. Ah, mas fala sério! Você vai fazer isso pra quê? Depois de aguentar frio, vento, neve, perder 2 dedos do pé e quase morrer na subida, quando você finalmente chegar ao topo você vai fazer o quê? Descobrir o sentido da vida? Ficar rico? Morar lá? Nããão... Você vai descer!!!

Outro lugar onde as pessoas se queixam muito de falta de ar é no fundo do oceano. Muita gente já tentou respirar água igual os peixinhos, mas todos falharam miseravelmente. Pior ainda é quando se está no espaço sideral, e não há absolutamente nada nem para tentar respirar.

Fisiologia[editar]

Superman quebrando todas as leis da física, química e biologia e respirando vácuo.

Mas afinal, porque sentimos falta de ar? A resposta à esta pergunta, meu amigo, é mais complicada do que parece.

Como todos os mamíferos, nossas células precisam de metano para sobreviver. Foi Guyton e colegas que elucidaram a fisiologia da falta de ar. Em uma situação normal, quando o nível de metano na corrente sanguínea começa a cair, a hipófise sinaliza ao hipocampo através do hormônio antidiurético, que por sua vez dispara o sistema nervoso mais-ou-menos simpático. Isto estimula o apêndice a criar ondas de peristaltismo que se propagam pelo intestino delgado e chegam ao baço, que se dilata e comprime o diafragma, que é o músculo mais importante na respiração. É a compressão do diafragma que dá a sensação de falta de ar.

Sem o metano, nosso corpo pode sobreviver apenas alguns poucos segundos (entre 30 e 45), quando nossa pele começa a se deteriorar e o corpo finalmente explode numa brilhante bola de luz azulada, deixando apenas cinzas para trás.

Diagnóstico[editar]

Costumam estar presentes sinais e sintomas como tosse, dificuldade em falar, olhos esbugalhados (globus cartunescus), coma e morte. Entretanto, normalmente a história que o paciente ou quem o acompanha conta já é suficiente para o diagnóstico. Declarações como "Ele estava fazendo manutenção numa doca da Estação Internacional quando a escotilha se abriu e o lançou no espaço!" praticamente fecham o diagnóstico.

Tratamento[editar]

A primeira coisa a fazer é fornecer ar aos poucos, conforme a aceitação da vítima. Não seja afobado e dê muito ar de uma vez. Comece com um pouquinho de nitrogênio, depois hélio (para descontrair um pouco, porque sempre faz aquele efeito engraçado com a voz, é hilário), um nadinha de CO2 e, quando o indivíduo estiver adaptado, forneça gases nobres como argônio, neônio e criptônio. Se nada disto funcionar, uma medida desesperada é fornecer oxigênio, mas não muito! Todos sabemos do perigo do estresse oxidativo causado por ele!