DivertidaMente

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Cquote1.png A Alegria chorou na porra do filme? Cquote2.png
Você sobre Divertida Mente
Cquote1.png Nunca vou conseguir fazer um filme desse Cquote2.png
DreamWorks sobre Divertida Mente
Cquote1.png Tripledent tem muitos sabores... Cquote2.png
Música irritante da cópia da Trident que está na cabeça de todo mundo (inclusive na sua agora, se você já tiver assistido o filme)

Cquote1.png São tantas as emoções... Cquote2.png
Roberto Carlos sobre Divertida Mente.

DivertidaMente (Inside Out,pros gringos) é mais um filme da Disney com a Pixar, portanto não tem cantoria (graças a Jeová!), tem easter eggs, incluindo a bolinha amarela e o número A113 que dizem que é de uma sala de aula, mas na verdade é um código iluminatti, e está encaixado naquela teoria maluca da Pixar da qual os robôs dominaram o mundo e a Boo de Monstros S.A. é a bruxa de Valente.

O filme foi bem recebido pela crítica por ser bem complexo e emocionante, mas as crianças (púbico alvo do filme) odiaram a complexidade do longa, pois suas mentes estão limitadas a tosquice de Peppa Pinto e Dora a Aventureira Cega e nunca estarão capacitadas o suficiente pra entender um filme cujo tema é sobre acabeça e que mostra que ela não serve só pra segurar o boné.

Enredo[editar]


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Atenção! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!
Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Astronema é na verdade a irmã perdida de Andros, Karone, ou que Homura Akemi reviveu os mesmos dias por anos tentando salvar a vida de Madoka.
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Essa é a Alegria, e essa cena é a definição perfeita de ironia!

A história do filme conta o que se passa na cabeça de uma garota chamada Riley. Na cabeça da garota existe um mundo gigantesco cheio de coisas que fazem a Riley ser a Riley (sim isso tudo dentro de um cérebro!), com destaque às 5 emoções que controlam as ações da garota e fazem bolinhas de vidro com um filminho de um pedaço da vida, as memórias, sendo que as mais importantes são as memórias base, todas felizes, que graças a curiosidade da Tristeza e poder de entristecer tudo o que toca (porque ela é Bad Vibes pra caralho) são sugadas junto com ela e a Alegria, que conseguiu juntá-las pra que não se perdessem (se não elas teriam que procurar as esferas amareladas perdidas e o filme passaria a se chamar DragonBall). A Alegria e a Tristeza se juntam ao amigo imaginário da Riley e começam uma saga para voltar pra casa e colocar as memórias base no lugar, pois sem elas a Riley não conseguiria fazer nada direito, nem mesmo jogar hockey.

O grande erro do filme é que qualquer memória é jogada pra central onde trabalham as emoções através de milhares de tubos, de modo que as memórias base poderiam ser enviadas de volta pra central dessa forma. Mas a Alegria preferiu andar com elas pra cima e pra baixo na companhia de sua colega desanimada que não tinha força de vontade nem pra andar e tinha que ser puxada e uma criatura maluca para atravessar uma ponte muito longa e estreita correndo o risco de cair com elas num limbo do esquecimento eterno (onde aliás estão todas as aulas que a Riley assistiu na escola e o conteúdo que ela estudou para a prova que ela viria a fazer posteriormente depois do ocorrido no filme).

Enquanto isso na central, as emoções que sobraram só fizeram muita merda tentando ser a alegria, só que não tem como uma emoção fingir ser outra. Resultado: Riley estava se tornando uma delinquente juvenil.

pais morenos e filha loira de olho azul... aí tem coisa...

A história parece ser muuuuuuuiiiito complexa, num nível que só psicólogo conseguiria entender, mas na verdade é só sobre uma pré-adolescente que morava em Minnesota e tinha uma vida tranquila por lá até se mudar para San Francisco. Sua vida passa a ser tão insuportável que ela rouba o cartão da mãe e quase foge de volta pra Minnesota, mas se arrepende e volta pra casa chorando. O final, vocês já sabem, tudo se resolve e Riley passa a ser feliz em San Francisco.

Personagens[editar]

  • Riley Andersen: Basicamente é a dona da cabeça onde se passa o filme. Provavelmente foi roubada na maternidade ou a mãe pulou a cerca, pois os pais são morenos e ela é loira de olho azul.
  • Alegria:Um ser amarelo responsável por deixar a garotinha feliz, mas ela chora no filme! É a única emoção que fica brilhando (dorgas, manolo). Sempre estraga com tudo no filme.
  • Tristeza:personagem mais insuportável do filme, fica chorando todo o tempo (óbvio, seu burro, ela é a TRISTEZA) e só sabe falar bosta. É fã de Crepúsculo e gosta muito da cena de Rei Leão em que o Mufasa, pai do Simba, morre (a Disney não citou diretamente o filme pra não dar spoiler pras crianças da geração nutella que ainda não ouviram falar de Rei Leão).
  • Medo:Um cara gay (obviamente enrustido, pois o Medo jamais se assumiria por motivos demasiadamente óbvios), medroso (não me diga, Capitão Óbvio!), e responsável por 60% das mortes por problemas cardíacos.
  • Nojinho:Um ser de jeito "patricinha mimada" (é só olhar o look suuuuuuuper fashion dela que você constata o nível de Patty dela), que é responsável pelo seu nojo de baratas (você tem que eu sei!). Além disso ela provoca o ranço que você tem das inimigas e o recalque.
Dorgas, manolo!
  • Raiva:Demônio do cérebro. Sua cabeça pega até fogo, como a do Hades. Sempre fudendo com tudo também.
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Você sabia que...
  • Bing Bong: foi o amigo imaginário da Riley quando ela era criança. Era uma mistura de elefante com gato e com algodão doce e ainda dava riso de golfinho, veste um terno velho de mendigo e chora balas (o que os pais da Riley colocavam na comida dela?). Foi esquecido e morreu porque a Riley já não tem mais idade pra brincar com amiguinho imaginários.
  • Pai da Riley: se faz de durão, mas é um bobão que gosta de imitar um macaco junto com a filha.
  • Mãe da Riley: Como DivertidaMente é um filme com a Pixar, a mãe da Riley está viva, se fosse só dá Disney, sem a Pixar, ela estaria morta. É casada com o pai da Riley, mas sonha com o piloto carioca, rejeitado por ser brasileiro e ela americana.


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