Diógenes de Apolônia

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Depois de muito procurar, aqui vemos Diógenes de Apolônia e todo seu prestígio e visibilidade na Escola de Atenas.

Diógenes de Apolônia foi um filósofo grego desses que ninguém, ainda mais quando existem mais de uma dúzia de Diógenes pela história da filosofia, este daqui viveu em Apolônia e quase ninguém conhece.

Praticamente nada se sabe sobre a vida desse tal de Diógenes de Apolônia, tanto que alguns historiadores até duvidam de sua existência pois cogitam que Diógenes nada mais foi que uma criação de Anaxágoras quando palestrava na Escola de Atenas sobre suas maluquices e palavras inventadas, gostava de inventar sobre um suposto e sábio amigo de Apolônia falando: "um grande amigo meu, Diógenes lá de Apolônia concorda comigo quanto ao fato dos patos não afundarem por serem abundantes de éter em suas nádegas".

Vida[editar]

O pai de Diógenes era um banqueiro mercenário que falsificava moedas, foi pego nas falcatruas e teve que se mudar de cidade. Esse pai acabou criando uma corrente econômica conhecida até hoje como dantismo.

Quanto ao filho, Diógenes, era muito sacaneado na escola por ter um pai mentecapto, e por isso acabou entrando para a Escola de Atenas, um renomado centro de ensino de pederastia onde poderia esquecer da família.

Obra[editar]

Considerado o último filósofo pré-socrático, pois depois de Diógenes que Sócrates inventa os livros de história, e agora os filósofos tinham que ser mais discretos para não se comprometerem para o resto da eternidade como Anaximandro que afirmou que a Terra era plana como uma panqueca (apesar de não saber o que era uma panqueca).

Durante a estadia na Escola de Atenas, o pensamento de Diógenes era considerado eclético, na verdade ele só ficava em cima do muro concordando com todo mundo porque ele tinha preguiça de questionar as teorias sem sentido dos colegas, e mais preguiça ainda de desenvolver alguma teoria própria, por isso ficava copiando os outros, como a teoria de Anaxímenes que o ar é a origem de todas as coisas, ou então com a teoria de Anaxágoras que a força primordial do universo é a a frase "Churi Churin Fun Flays".

Dentre seus escritos mais famosos estão o Da natureza do homem, a sua monografia de formação onde disserta sobre o fato do homem ser tão estúpido a ponto de ser um corno por natureza.

Em uma segunda obra que chamava-se Sobre a ciência natural (Peri Physeos), que na verdade foi escrito 500 anos depois por Simplício da Cilícia que com vergonha de se considerar autor daquela bagaça, colocou um filósofo grego desconhecido aleatório como seu autor, saiu Diógenes de Apolônia. Considerado o primeiro livro da humanidade que trata da reprodução sexuada dos pulgões.

A terceira e última obra de Diógenes foi o tratado História dos animais onde descreve como o ar forma os animais. Aproveitou e plagiou uns trabalhos de Alcmeão para criar a primeira ilustração da disposição dos vasos sanguíneos humanos.