Desnotícias:Sem Cavani, Uruguai fica sem saber o que fazer e apanha para a França

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FIFA WORLD CUP 2018.png Esta desnotícia é parte do projeto DesCopa Russia. Na Rússia, a Copa se informa sobre VOCÊ!

NINJA NO GORÓ, Terra da Vodka

Uruguai e França abriram a semifinal antecipada da Copa do Mundo Smirnoff de Futebol FIFA 2018 (porque a final antecipada já será o jogo seguinte). Ambos os times vieram ao campo trazendo suas principais armas, que é a dependência de um jogador específico: o Uruguai, uma dependência do Cavani, e a França uma dependência do Mbappé. O problema é que um não jogou e o outro parece que não jogou, o que só pode ter como resultado uma partida feia, que foi decidida na base da falta de tradição de determinado time - no caso, o Uruguai, que no jogo inteiro só tomou dois ataques e um gol em cada.

Primeiro tempo[editar]

Com 56 segundos de jogo, o narrador e também visionário Cléber Machado disse que "só dava França". Os uruguaios não se ofenderam com uma afirmação tão precipitada dessas, e talvez tenham entendido isso como uma ordem, então deixaram as bolas com os franceses e ficaram apenas assistindo os europeus jogarem, sonhando em forçar um 0x0 para ver se levavam algo nos pênaltis. Já a França, acostumada a só se retrancar, ficou sem saber o que fazer quando teve o protagonismo do jogo, então abusou nos chutes e cabeçadas pra fora.

Quando o Uruguai atacava, mesmo sem Cavani na área, a única coisa que o time uruguaio fazia era alçar bolas aéreas na área francesa, mesmo não tendo nenhum uruguaio por ali para cabecear a bola. Isso acontecia já que o substituto de Cavani, o tal Stuani, até então estava achando que nem jogaria a Copa, quando foi surpreendido em ter que vir jogar essa quarta-de-final e passou o jogo inteiro dormindo no ataque.

Aos 40 minutos de jogo, no primeiro lance efetivo da França, saiu o gol após falta cobrada por aquele jogador que não ganha nada porque opta por jogar pelo Atlético Madrid, que mandou aquele cruzamento na área e Varrâni marcou. No lance seguinte o Uruguai até tentou imitar para empatar, mas faltou um goleiro ruim o bastante para não ter alcançado o cabeceio de Cáceres.

Segundo tempo[editar]

Giménez completamente devastado e chorando em campo por perceber que até o uruguaio mais idoso nunca viu, e nunca verá, a sua seleção ser campeã mundial.

A França aproveitou a vantagem no placar e parou de jogar, se poupando para o próximo jogo, já sabendo que não tomaria gols mesmo. A prova de que os franceses estudaram os uruguaios é que Griezmann, já conhecendo visivelmente a falta de capacidade de Muslera, arriscou um chutinho de nada lá de longe e em cima do goleiro, cujas mãos de alface deixaram a bola passar no primeiro frangaço da Copa, fazendo uma bela homenagem ao colega de profissão Karius. Griezmann ficou tão surpreso que nem soube se poderia comemorar o gol ou não.

Os uruguaios passaram então a fazer o que sabem fazer de melhor no futebol, que é estar perdendo e sair no desespero tentando virar o placar. Nos últimos minutos, os uruguaios voltaram pras suas origens, botando em prática o mantra "se não dá pra resolver na bola, que seja na pancada", desencadeando algumas cenas lamentáveis, que infelizmente não se difundiram por conta da turma do deixa disso. Após isso, alguns jogadores mais experientes (como o zagueiro Giménez), já sabendo da total falta de capacidade do time sul-americano, estavam chorando copiosamente 10 minutos antes do jogo acabar.

A Cisplatina precisava fazer pelo menos um gol pra botar fogo no jogo, mas sem o zagueiro Breno estava difícil. Os uruguaios ficavam rondando a grande área, mas sem objetividade; eles chegavam na frente e não sabiam o que fazer com a bola. Suárez era um espectador dentro de campo, perdido no meio dos negões da França e sem conseguir nem chegar perto na bola. A França estava mais perto de fazer o terceiro do que o Uruguai de fazer o primeiro, mas como os franceses também não estavam mais a fim de ficar correndo, eles ficavam só tocando bola lá no meio-campo, esperando o jogo acabar.

A Cisplatina havia saído de sua principal característica, que foi jogar com raça por 85 minutos, aí quando chegou nos 5 minutos finais, o time uruguaio já estava morto de cansaço e não pode executar a sua principal característica, que é jogar com raça só os 5 minutos finais das partidas e achar gols milagrosos. E assim o penúltimo time latino na Copa se despediu da Copa, mas os uruguaios prometeram esperar a delegação brasileira, pra todos irem no mesmo voo de volta para a América do Sul e assim economizar o dinheiro das confederações.


Fontes[editar]