Dengue Suína

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Dois exemplares do Aedes Aepigty, meio sem-graça por terem sido pegos no momento do acasalamento.

Dengue Suína, também conhecida como Dengue S, é uma variação da dengue normal, mas transmitida pela mordida de porcos da espécie Aedes Aepigty, naturais do México. Portadores do vírus R3G0, um híbrido do vírus da dengue comum com o vírus dibruços, eles costumam procriar em poças de lama parada e foram responsáveis, apenas no ano de 2007, por 4.200 mortes na América Latina.

Histórico[editar]

A doença foi identificada pela primeira vez no México, em 1999, dez anos antes da grande epidemia de gripe suína que virou assunto do Jornal Nacional e fez você ter uma festa de debutante normal em vez de comemorar seus 15 anos na Disney World e ganhar uma semana de bônus nas férias de julho. Entretanto, por causa de uma grande manobra de desinformação, ninguém ouviu falar sobre o assunto até que ele entrasse na moda graças à sua prima rica.

Os relatos sobre os primeiros casos são confusos e contraditórios, mas todos apontam para o pequeno povoado de Jodanse Los Cerdos, no interior da província de Chiuaua, o que dá indícios de uma zoofílica conspiração envolvendo mosquitos, cães e porcos. Lá, uma criadora dos porcos da espécie Aedes Aepigty começou a desenvolver estranhos sintomas, semelhantes aos da dengue, mas que incluíam uma vontade irresistível de ser cozinhada com feijão e comer as próprias fezes. Com o tempo, os sintomas acabavam conduzindo à morte por ridículo crônico, mal que costuma abater figurantes do Faustão e convidados do Superpop e para o qual, até hoje, infelizmente não se tem cura.

Depois de cair doente, esta criadora não teve mais condições de manter sua porcaria, o que fez com que seus porcos ficassem soltos pela aldeia, mordendo todos os vizinhos e ganhando o mundo. Do México, começaram a descer pela América Central, fazendo vítimas em todas as repúblicas de bananas, abacaxis e outras frutas tropicais por onde passavam. Alguns poucos dirigiram-se ao norte, rumo aos Estados Unidos, mas não conseguiram cruzar a fronteira devido às duras políticas de imigração daquele país.

Transmissão e vetores[editar]

Alguns vetores bonitinhos.

Você estava lendo o artigo? A transmissão se dá pela mordida do porco da espécie Aedes Aepigty, conhecido por sua coloração preta com pernas pintadas de branco e seu hábito de apenas botar ovos em poças de água lama limpa e parada, o que torna o animal um verdadeiro paradoxo sobre quatro patas. Não se sabe o que lama parada tem de tão excitante para esse animal, mas psicólogos suínos imaginam que, especialmente na mente das porcas fêmeas do sexo feminino, isso seja equivalente a lençóis de linho ou, ainda, a um Porsche com amplo espaço traseiro.

O principal horário de aparecimento deste porco é pela manhã cedo ou ao entardecer, portanto não o convide para jantar. Além disso, como o alcance máximo de sua mordida é de um metro de altura, tente subir em banquinhos, escadas ou coisa parecida ao notar a aproximação de um destes ferozes animais.

Profilaxia (ou combate à doença, para os intelectualmente desfavorecidos)[editar]

Como o Aedes Aepigty necessita de lama parada para procriar, basta ficar remexendo-a com um pauzinho para que ele perca o interesse de fazer fuc-fuc nas redondezas, vá embora e te deixe em paz. Entretanto, se você morar numa região em que há lama demais para ficar mexendo (como no Noroeste Fluminense ou em Brasília), pode usar alguns dos seguintes itens de combate ao mamífero:

  • Velas de andiroba
  • Velas de sete dias
  • Velas de ignição
  • Fuzil AK-47 (já usada contra porcos por corintianos)

Além disso, é possível impedir a propagação da doença lavando constantemente as mãos, bebendo bastante água e evitando lugares fechados. Afinal, se a dengue é suína o contágio é mais difícil se você não for um porco. No entanto, dados recentes do Instituto Datafodasse indicam que leitores e editores da Desciclopédia, graças às horas que passam presos em frente ao computador, são mais propícios a não realizarem hábitos simples de higiene como, por exemplo, realizar teste antiHIV antes de reaproveitar o absorvente de uma amiga.