Death Cab for Cutie

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Este é um artigo INDIE!

E "tenta" não ser emo.

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Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Death Cab for Cutie
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Os nerdindies
Origem {{{origem}}}
País Flag of the United States.svg Estados Unidos
Período 1997 - atualmente
Gênero(s) Indie, Alternativo, Sleep Rock, Deprê Rock, e...Emo! (sim, emo!)
Gravadora(s) {{{gravadora}}}
Integrante(s) Ben Gibbard
Chris Walla
Nick Harmer
Jason McGerr
Ex-integrante(s) Nathan Good
Michael Schorr
Site oficial {{{site}}}

Cquote1.png Você quis dizer: Death Cab Is So Cute Cquote2.png
Google sobre Death Cab for Cutie
Cquote1.png REALMENTE, ELES SÃO FOFOS *---* Cquote2.png
Indie retardada sobre Death Cab for Cutie
Cquote1.png AAA é aquela banda daquela música do Crepúsculo!! Cquote2.png
Guria retardada sobre Death Cab For Cutie
Cquote1.png Essa banda ae só existe para as indies retardadas pegarem trechos de suas letra e colocarem como subnick de MSN. Cquote2.png
Qualquer um sobre Death Cab For Cutie

Death Cab For Cutie, ou, se preferir aportuguesar, Táxi da Morte Para Uva (tradução patrocinada pelo Google Tradutor) é uma banda americana de indie rock. Bom, na verdade é uma banda melosa, todo ao estilo do Coldplay, mas para evitar comparações decidiu fazer algumas músicas com letras sem sentido e que nenhuma pessoa em um estado de sanidade mental normal poderia entender, daí, ganhando a classificação de indie. Bom, na parte de ser desconhecido por pessoas normais não-indies, isso segue à risca.

Os integrantes são Ben Gibbard, que nada mais é do que um Ashton Kutcher piorado, mais gordo e com cara de nerd - aqueles óculos garrafais não enganam ninguém, era pra ele estar fazendo engenharia em alguma universidade pública, na parte dos vocais; Chris Walla, que é um daqueles indies que usa uma franja tão grande que ninguém sabe qual a parte da frente e qual a parte de trás do cabelo, como guitarrista; Nick Harmer, um retardado que toca baixo e é esquecido por todos; e, claro, um baterista que só faz figuração, já que nas músicas as batidas são tão lentas que faz a banda ser classificada como sleep-rock, vide, a mesma em que o Radiohead se enquadra. Jason McGerr é o nome do baterista, um cara careca, que parece uma mistura de Herbert Vianna com Britto Júnior.

Seu maior e único sucesso, também seguindo o padrão indie de banda, é Meet Me On The Equinox, uma música feita para o filme emo Crepúsculo. Só escolheram o DCFC para escrever a música porque o orçamento do filme tava apertado e eles faziam isso baratinho, até porque queriam ao menos ganhar algum dinheiro com venda de uma música. Mesmo que todos confundam eles com várias outras bandas de rock sonífero e que gurias retardadas passassem a compor a massa de fãs. Ou posers, tanto faz. Além dessa...Bom...Éééé...não tem mais nenhuma música conhecida. Isso porque eles possuem 7 álbuns já lançados...

O início[editar]

Ben Gibbard era nada mais nada menos do que um gordinho com cabelo enorme carente de algo para fazer. Tentou, no início, fazer um teste para ser o Jake de Two and a Half Men, e passou perto do que os produtores da série esperavam, alguém com cara de mané, meio gordinho, que tivesse um cabelo estupidamente estranho mas que ainda tivesse uma cara fofa. Só não conseguiu a vaga pois a aparência de derrotado fez comque os produtores escolhessem outro ator. Desde então, Ben passou a tentar arrumar outro hobbie em que suas características pudessem ajudar ele a ir pra algum lugar - que não fosse a sarjeta.

Eis que ele então vê um mané com cabelo grande, cara cheia de espinhas e com roupas ridículas tocando um violão na rua, e chamando a atenção de todos - não pela sua aparência estranha, mas, pasmem, por tocar bem o violão! Assim, Ben imaginou é esse meu futuro! Ser um vagabundo que ganha uns trocados tocando violão com uma aparência igual a dos desenhos dos gibis do Maurício de Souza! Bom, daí, ele decidiu começar uma banda. Simples.

Bom, nem tanto. Era tão estranho, que não tinha amigos. Nem ninguém que fosse corno e tocasse um instrumento para chamar para ao menos uma dupla sertaneja criar - é porque ele não conhecia Goiânia. Bom, sem outra opção e sem querer desistir do sonho, decidiu abrir uma banda mesmo assim, vide, uma banda-solo, onde um único cara faz tudo. Isso nada mais é do que o jeito para um forever alone poder fazer uma banda sem dizer que lá só está ele porque é forever alone, mas sim porque sozinho pode entender melhor o que quer e os rumos são tomados mais facilmente. Nada, Ben, tu seguia sendo um forever alone desgraçado.

Bom, aí Ben Gibbard aprendeu a tocar todos os instrumentos que podia, na verdade, mais pra não precisar pagar uma banda de apoio - sabe como é né, banda indie, no início de carreira, três ônibus mais uma viagem de metrô pra chegar no estúdio - uma garagem alugada qualquer, enfim. Pegou um CD qualquer e gravou 8 músicas, todas elas escritas por ele em momentos de ápice criativo - enquanto estava mongando em frente à TV de madrugada sem nada pra fazer.

Daí, percebeu que tinha que buscar companheiros. Até porque após tocar mais de oito mil instrumentos nos ensaios e ainda ter que pegar mais vários ônibus lotados é de cansar qualquer um, daí, os momentos criativos sumiam e davam lugar ao sono. Ele queria principalmente seres humanos estranhos como ele, até para poderem se entender de modo mais fácil e juntar 3 momentos de mongolização como ápice criativo poderiam fazer a banda criar grandes sucessos mundiais! Hoje você vê que isso não deu certo.

A montagem da banda - agora num formato decente, rá![editar]

Bom, Ben Gibbard decidiu circular pelas ruas dos EUA para achar os estranhos que ele tanto queria para compor a banda. Não seria tão complicado, uma vez que gente estranha e EUA tem tudo a ver - a média é de 3 por metro quadrado, só superada pela França, com 24 por metro quedrado. Bom, assim ele achou Chris, que andava na rua com uma caixa de sapado e um aparelho de som, se achando um David Guetta culto. Tava mais para um DJ de baile funk com cmaisas ridículas (ou indieculas, se preferir).

Não foi difícil convencer ele entrar pra uma possível banda - ele precisava de dinheiro para seguir comprando os shampoos Clear Men anti-caspa, que eram os únicos que deixavam aquela franja ridícula sem caspa. Mas fontes seguras afirmam que ele também comprava esse shampoo porque o Cristiano Ronaldo estava muito gato no comercial, mas, isso é outra história.

Além dele, também não foi difícil achar Jason McGerr. Bom, eles foram para um boteco indie - na verdade um Starbucks e viram lá um cara que batia na mesa como um retardado. Deviam imaginar do jeito que ele é retardado fazendo isso, deve ser mais um desses bateristas doentes, é desses que a gente precisa. Como Harper era um nerd que já estava bem de vida, vide, não precisava fazer porra nenhuma já que já tinha uma boa grana, topou entrar na banda - com a condição de que ninguém pedisse dinheiro emprestado pra ele. E que os sorteios sobre quem vai pagar a comida da banda fossem justos e que não fosse sempre sorteado o nome dele.

Já Nick Harper, bom, achar um baixista nesse mundo é muito complicado. Primeiro porque ninguém que ser o mais inútil numa banda. Segundo porque os únicos que topam ser baixistas já estão sendo ignorados numa banda. Mas, o Death Cab For Cutie inovou. Fez com que um outro nerd desocupado, que perambulava pelos corredores de uma escola de Washington se animasse com a possível ideia de ser popular e de ter groupies (pera, uma banda calma cujos integrantes tem groupies depois do show?) e fez o cara aprender baixo. Esse cara era Nick Harper.

Enfim, a banda foi montada[editar]

Bom, aquele esboço de CD feito por Gibbard acabou lançado, eles procuraram uma gravadora independente (vide, aquelas que funcionam num sóton de algum casarão abandonado e que as capas dos CD's de suas bandas são projetadas no Paint) e fizeram com que as lojinhas de CD pirata das redondezas vendessem o CD. Bom, não era grande coisa, era um CD demo (seria do demo se fosse do Iron Maiden), mas ficaram tão animados com esse negócio de CD que decidiram fazer um de verdade, um que pudesse ser vendido mundialmente e fizesse sucesso como um clássico!

Mas não conseguiram nada além de mais um CD desconhecido de uma banda desocnhecida no meio de milhões de outros CD's desocnhecidos de bandas desconhecidas. Bem, isso foi em 1998, surge o CD Something About Airplanes, onde como o próprio nome diz, fala de algo sobre aviões. É porque todos da banda estavam com bloqueio criativo (igual ao que você tem no meio de uma redação, caro descíclope, não sabe o que escrever e começa a tentar papear com o professor) e decidiram usar a técnica da expanção criativa à base de mongalização num aeroporto.

Sim, talvez ver aviões cheios num aeroporto resolvesse o problema da criatividade. Bom, mongaram bem num aeroporto qualquer de Washington, e mesmo assim sofreram pra conseguir escrever algo. Muitos dizem que eles na verdade pegaram um manual do piloto de um avião e começaram a escrever coisas inspiradas nele, com os termos téncicos e tudo, só pra parecer mais difícil de entender e assim, mais indie. Mas certamente o entendimento dessa música pederia te fazer ir às nuvens.