Capitão Bruno

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Capitão Bruno é caso de polícia!
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Capitão Bruno
Capitão Bruno da PMDF.jpg
O Capitão Bruno esbanjando bom humor e simpatia
Aspirante a Deputado distrital no link={{{3}}} Distrito Federal
Partido Partido Progressista (2014-????)
Perfil
Nome completo Capitão pq eu quis Bruno
Nascimento
Ceilândia, link={{{3}}} Distrito Federal
Partido Partido Progressista (2014-????)
Profissional
Profissão Sr. puliça
Dados Pessoais
Nível de Inteligência Médio-cre astuto
Vícios Spray de pimenta
Prato Manifestante ao molho shoyu


Capitão Bruno (Eixo Monumental, 7 de setembro de 2013Urna Eletrônica, 5 de outubro de 2014) foi um personagem criado por Alexandre Bruno da Rocha em meados de 2013, numa tentativa infame de fazer humor durante a chatíssima parada de 7 de setembro daquele ano, quando fazia as pessoas chorarem de rir já que antes jogava em seus espectadores o gás lacrimogênio e depois disso, o óxido nitroso.

O personagem morreu prensado numa Urna Eletrônica do Distrito Federal, em 2014.

Biografia[editar]

Alexandre Bruno da Silva na Rocha de Nosso Senhor Jesus Cristo nasceu em alguma invasão de Brasília e passou toda sua infância em Ceilândia.

Como todo e bom ceilandense, Bruno sempre gostava de brincar com seus amigos de Polícia e Ladrão. Como era os anos 80, então todo mundo gostava de ser puliça porque assim podia sair descendo o pedaço de pau em todo mundo.

Numa época em que ter diproma de superior era realmente um diferencial, Bruno se formou numa uniesquina próxima a casa onde ele morava (e continua morando até hoje) e correu pra fazer o concurso pra PMDF que na época era nos moldes de qualquer concurso de nível médio(cre). Aprovado, foi chamado depois de 10 anos e depois seguiu carreira até receber aquela ajudinha do governador para ocupar o posto de Capitão da trupe circense.

Celébrica frase[editar]

O auge da carreira do militar foi em 2013, quando alguns Black Blocs e seus assessores resolveram puxar uma casquinha do PM (e ver se ele era realmente "comível"):

Cquote1.png Se passar desse limite aqui (aponta com as duas mãos para o chão), pode jogar o gás! Cquote2.png
Velho da PMDF animadíssimo depois de tomar uma bela dose da azulzinha.
Cquote1.png A partir do momento que vocês definirem um objetivo, de repente a gente pode estabelecer metas pra vocês Cquote2.png
Capitão Bruno sobre ???
Cquote1.png Nosso objetivo é chegar no Congresso com a nossa bandeira Cquote2.png
Manifestante sobre o objetivo secundário naquele momento
Cquote1.png piff piff Cquote2.png
Spray de pimenta sobre o ar
Cquote1.png piff! Cquote2.png
Spray de pimenta, efusivo.
Cquote1.png *Cof cof* Cquote2.png
Manifestante sobre o que disse o spray de pimenta
Cquote1.png Capitão Bruno? Cquote2.png
Manifestante reportando o spray de pimenta

Semblante sisudo do Capitão se converte num interessante rosto de compreensão.

Cquote1.png Err... A gente não ultrapassou o limite que o senhor impôs... e mesmo assim o senhor agrediu a gente com gás. Cquote2.png
Manifestante falando o óbvio
Cquote1.png Sim Cquote2.png
Capitão Bruno sobre a obviedade acima
Cquote1.png Sim, por que? Cquote2.png
Manifestante tentando completar sua proposição com uma pergunta retórica
Cquote1.png P-porque eu quis.® Cquote2.png
Capitão Bruno respondendo a pergunta acima com a formulação de uma célebre frase

Semblante de compreensão do capitão logo se converte num adorável sorriso inocente
Manifestante estarrecido com a resposta do capitão, já que esperava algo mais protocolar.

Cquote1.png Pode ir lá e denunciar, tá bom? :) Cquote2.png
Capitão Bruno
Cquote1.png Capitão Bruno! Cquote2.png
Manifestante convertendo o vídeo em .mp4 material de denúncia
Cquote1.png Capitão Bruno, BP choque Cquote2.png
Capitão Bruno, colaborando com a denúncia

Com a sub-fama alcançada através de memes usando seu rosto, o capitão ganhou outra fonte de renda através da cobrança de royalties sobre o uso de sua frase registrada, cobrada por meio do ECAD. O capitão também pôde almejar uma sonhada mamatinha na Câmara dos Larápios do Distrito Federal.

Candidatura a CLDF em 2014[editar]

‎Por se tratar de um capitão, o militar teve o privilégio de usar como foto 3x4 de urna a mesma foto que usava de perfil nas redes sociais.

Como todo e qualquer personagem que surge de repente no folclore brasileiro, Capitão Bruno também tentou lá arrumar uma boquinha no legislativo, mais precisamente na câmara local. Aproveitando o hype que ele tinha entre alguns grupos de pessoas inválidas na internet, o militar lançou sua candidatura no ano seguinte. O mais irônico é que sua candidatura se deu pelo Partido Progressista e pelo menos nesse caso ele não teve de sacar o spray de pimenta em nenhum dos seus colegas.

A diferença entre um meme temporário e uma subcelebridade é que uma subcelebridade consegue fama suficiente para ao menos se eleger a alguma merda legislativa (câmara municipal ou assembleia legislativa). Já um meme nem isso consegue, pois só ficam restritos a criançada e aos ditos inválidos do cérebro (pessoas que não votam) nas redes sociais, o que foi o caso do Capitão Bruno.

Com a derrota na eleição, restou ao Capitão voltar ao limbo do ostracismo.

A(c)tual(c)mente[editar]

Atualmente o militar continua a comandar o mesmo bando de sempre, principalmente em manifestações "populares" (vulgo quebra-quebra sindical).

Desde o Impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, o capitão comanda a seção de fuga dos PMs da massa manifestante. Muita gente suspeita que o militar tenha perdido uma de suas bolas desde o ocorrido em 2013, já que desde então os baderneiros sindicais conseguem invadir com tranquilidade qualquer edifício situado no Eixo Monumental (com exceção do Congresso Nacional, claro) quebrando tudo, inclusive a cara de várias pessoas. No quebra-quebra que rolou dia 24 de maio de 2017, o capitão não foi visto por seus comandados. Com medo da massa esfomeada partindo pra porradaria, o capitão voltou para o batalhão e ficou por lá até a poeira abaixar.

Capitão Bruno na cultura popular[editar]

Os reflexos da atitude tresloucada do Capitão são vistos até hoje, mesmo depois do Não Vai Ter Copa ter sido refutado pela FIFA no Brasil. Depois do acontecido, os concursos mais concorridos passaram a aceitar "porque eu quis" como justificativa em questões discursivas.

Até mesmo os vândalos da Desciclopédia atuam sob o mesmo código de conduta do Capitão. Depois de mais uma de suas peripécias, estes seres livres da capacidade de raciocínio lógico, justificam suas edições com apenas "pq eu quis".

Ligações Externas[editar]