Bastet

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Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!


AmorFurries.jpg Este artigo foi escrito por furries!!

Por isso, é possível que ele contenha referências a raposinhas, Pokémons ou até mesmo Ursinhos Carinhosos sendo sodomizados por cavalos. Caso você tenha medo de furries, arme-se com um lança-chamas e NÃO leia a pagina abaixo.


Deusa Bastet e sua cara de gato. Miau!

Cquote1.png Você quis dizer: Mulher Gato? Cquote2.png
Google sobre Bastet
Cquote1.png Experimente também: Cheetara Cquote2.png
Sugestão do Google para Bastet
Cquote1.png Miau! Cquote2.png
Bastet sobre qualquer coisa
Cquote1.png Ela é adorada por Furries! Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Bastet
Cquote1.png Parece a Miragem! Cquote2.png
Alladim sobre Bastet

Classificação[editar]

Deusa Bastet quando chegou às telinhas do cinema.

Bastet é mais uma aberração da natureza criação do imaginário egípcio, presente na mitologia desse paisinho perdido e quase desconhecido na África (se não fosse pelas Pirâmides do Egito, poucas pessoas conheceriam tal lugar), mas que contém até mais histórias do que a própria Mitologia Grega (ou não, ainda não se encontrou nenhum doido que fosse capaz de somar a quantidade mitológica de cada uma).

Bastet era uma divindade solar, que abençoava as pessoas pela parte da manhã e que adorava a claridade, era também a responsável pelos eclipses solares e, de quebra, ainda dava uma ajudada na hora de se adquirir um filho durante o rala-e-rola, sendo considerada a deusa da fertilidade.

Por ser uma divindade do Panteão Egípcio, que era adepta de práticas zoofilísticas, ela também era uma criatura furry antropozoormófica, sendo ela a mistura de uma mulher com um simples e felino gato, ou seja, a deusa era literalmente a Mulher Gato dos tempos Faraônicos.

Quebrando a banca[editar]

Os gregos ainda tiveram a ousadia de comparar Bastet com Artemis. Nada haver.

Tudo estava bem e tranquilo por aquelas bandas, já que Bastet era uma divindade das mais foderosas dalí, principalmente por ter um poder sobre o Sol (mesmo que fosse uma influência bem pequena), coisa que somente Minutus Hórus tinha como absoluto.

Porém, com o aparecimento dos Gregos, que adoravam comparar a sua mitologia com a mitologia dos outros (sendo que a deles sempre tinha que ser a melhor, ao mais perfeito estilo Hitler de Xenofobia), Bastet acabou sendo assemelhada a deusa grega Artemis, mesmo que tais deusas não tivessem nada em comum, já que Artemis era uma deusa virgem e jamais poderia abençoar a fecundidade de ninguém, já que a mesma deusa absnegava qualquer contato sexual.

Além disso, toda a luminosidade solar de Bastet acabou sendo apagada pelo brilho do satélite natural da Terra, a Lua, já que Artemis é a deusa da Lua, sendo a outra deusa comparada também com a Lua. Com o tempo, Bastet já sofria de crise de identidade, pois nem ela sabia mais o que ela era afinal.

Comparações[editar]

Deusa Sekhmet, a deusa leoa. Pode até lembrar a Bastet, mas não é ela.

Além de ser comparada com uma deusa de outra mitologia que estava à léguas de distancia de seu país, Bastet ainda tinha de sofrer a comparação com outra deusa dentro do próprio Panteão em que ela se encontrava, tal deusa era a Sekhmet, uma divindade totalmente louca da cabeça e que adorava punir os seres humanos, algo que não tem nada haver com Bastet, que era bastante piedosa (pelo menos na maioria das histórias).

Sekhmet era representada como uma mulher com cabeça de leoa, pelo visto a confusão vinha do fato de gato e leão serem tudo felino mesmo. Uma vez, ié-ié mandou Sekhmet punir os humanos por suas insolências, coisa que a deusa fez tão bem que quase extermina com toda a raça humana. Rá teve que transformar a deusa em Jeremias para poder fazê-la cair de porre e não destruir toda a humanidade.

Foi depois de toda essa "quase destruição da terra" que surgiu Bastet, tentando manter a harmonia entre as divindades celestes e as terrestres (ainda bem, já pensou se Rá desse a louca de chamar Sekhmet de novo para o mundo?).

Divindade felina[editar]

Bastet representada por um gato preto, muito comum em lojas de macumba e afins.

Sendo representada por uma gostosa com uma cabeça de gato, Bastet também era sempre desenhada/esculpida/rabiscada/garranchada carregando um cisco sistro, um tipo de instrumento do tempo em que Dercy Gonçalves era virgem e usava fraudas, semelhante a um chocalho. Tal instrumento era considerado sagrado, mas não tão mais sagrado do que uma vuvuzela nos tempos de Copa do Mundo.

Também de vez em quando escupiam a deusa portando um brande brinco de argola, o que levou a inspirar muitos Faraós baitolas a utilizar uma também em suas orelhas, somente para ficar iguais a deusa. Ao seu lado também sempre era encontrado um cesto de vime, na qual a deusa colocava as suas criar, coisa que nem sequer poderia ter do lado de Artemis, já que tal deusa nunca deu origem a porra nenhuma de crianças.

Para os mais preguiçosos em esculpir imagens de deuses no tempo do Antigo Egito, a deusa Bastet podia ser representado pela escultura de um simples gato, que era mais fácil de ser construído e mais portátil para viagens de longas distâncias.

Ver também[editar]