Bandeiras Hattori

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Rio Bairros em inglês 6.jpg Foi golpe sim, companheiro...

Oxe, venha cá, este artigo da porra vem do Brasil! Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela corrupção da sociedade.

Antônio Bandeiras
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Nascimento 23 de outubro
Bandeira do Brasil Brasil
Idade Desconhecida
Altura 1,88 m
Peso 79 kg
Estilo de luta Ninjutsu
Arma preferida Mão leve
Técnica Máxima Secreta Algum jutsu doidão
Religião Macumba
Profissão Assaltante
Característica marcante Negão com dreads
Comida favorita Sushi
Frase favorita Vamos embora!
Esporte Atletismo
Mania Treinar

Cquote1.png Quem autorizou esse babaca a usar meu sobrenome? Cquote2.png
Hanzo Hattori sobre Bandeiras Hattori

Bandeiras Hattori é um negão brasileiro que, contrariando o estereótipo de outros personagens similares, não luta capoeira e sonha em se tornar um ninja de respeito. É um grande fã de Hanzo Hattori, de quem pegou o sobrenome emprestado.

Aparência[editar]

Além da pele escura, ele também possui longas madeixas negras, nas quais cultiva um monte de dreads empiolhados que mantém presos com um rabo de cavalo. Como é brasileiro, ele pegou um pedaço de tecido preto, cortou dois buracos para os olhos e amarrou no rosto como se fosse a máscara da Tiazinha do Zorro, para não ser reconhecido quando for assaltar os outros. Por sofrer de incontinência intestinal, suas calças são bem folgadas para disfarçar caso ele fique todo cagado. Está sempre sem camisa para exibir o peitoral sarado.

História[editar]

Bandeiras Hattori vagabundeando em cima de uma árvore. Por esta imagem, pode-se concluir que ele é baiano.

Foi vítima de muito preconceito em sua infância por ser negro e otaku simultaneamente. Para dar a volta por cima e mostrar que não há nada de errado nisso, ele cresceu (bem, ele cresceria de qualquer jeito, a não ser que morresse antes) e fundou um dojo chamado Brazilian Ninja Arts, onde pretende ser instrutor de ninjutsu. Porém, ninguém consegue levar a sério um ninja brasileiro negão, então não há nenhum aluno interessado.

A fim de provar ao mundo que sua cor e sua nacionalidade não interferem em nada em suas habilidades ninja, Bandeiras decide inscrever-se no torneio The King of Fighters XIV e passa meses assaltando pessoas, até reunir grana o suficiente para custear sua inscrição e viajar para o Japão.

Já na terra do sol nascente, Bandeiras fica impressionado ao ver que os japoneses não são apenas um bando de gente magrela usando quimono. Ou seja, ele se irrita por ser julgado estereotipamente, mas faz a mesma coisa em relação aos demais. Para aprender a não ser trouxa, vai parar na cadeia, de onde é retirado somente após seu amigo Nelson pagar sua finança.

Bandeiras fica deslumbrado ao conhecer Mai Shiranui, e como não é besta, pede ajuda dela em seu treinamento. Porém, Mai é racista e não bota fé que ele leve jeito para ser ninja. Como o cara insiste muto, a gostosa fica com pena e diz que aceita treiná-lo, mas somente se o time dele derrotar o dela na final do KOF.

Poderes e habilidades[editar]

Ele tenta imitar seu ídolo Hanzo e copia várias de suas técnicas, como o teletransporte e a clonagem de sombras. Alguns de seus movimentos também assemelham-se aos de Ukyo Tachibana, então podemos concluir que Bandeiras é fã dos jogos Samurai Shodown.