A Guerra dos Mundos

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Nota: Este é o artigo do livro que ninguém leu, porque tem dois filmes, o Guerra dos Mundos (filme de 2005) e o A Guerra dos Mundos (filme de 1953)


Invasão de ETs burros
Guerra dos Mundos livro.png
Capa do livro
Autor H. G. Wells
País Bandeira do Reino Unido Reino Unido
Gênero invasão alienígena
Editora Editora Alf o Eteimoso
Lançamento 1898


A Guerra dos Mundos é mais um daqueles livros que em nada tem a ver com o filme, a começar que o protagonista-narrador não é nenhum Tom Cruise, só um britânico qualquer sem muito carisma, mas bem sortudo e que consegue sobreviver a uma invasão de aliens assassinos mesmo sendo um completo burrão. Neste romance de ficção científica é descrito em detalhes como algumas naves marcianas pousam em Londres para testemunhar como um Chelsea x Arsenal com Hooligans liberados pode destruir uma cidade inteira.

Foi o primeiro livro a narrar uma invasão alienígena de forma não humorística, pois até então os marcianos eram sempre seres toscos e idiotas, e agora nesse livro eram retratados pela primeira vez como malvados (mas ainda, idiotas).

Enredo[editar]

Se você assistiu só o filme achando que pode agora falar do enredo do livro, se enganou redondamente, se fizessem um filme fiel ao livro, a bilheteria seria ínfima, então muita coisa precisou ser adaptada. No livro os seres humanos viviam em tempos de mudança no início do século X, onde os britânicos viviam felizes em suas casas levando seus peixes e batatas fritas comprados na feira da cidade. A história começa quando um colunista da Wikipedia chamado Anônimo, o narrador do romance, visita um observatório onde ele testemunha uma estranha explosão na superfície de Marte (sobre esta explosão, pouco explorada neste livro, surgiria um spin-off chamado John Carter). Enquanto está no banheiro após a observação de Marte, ele ouve um estrondo e sai de sua casa sem lavar as mãos (como sinal de que a coisa era grave, sabe como os britânicos são meticulosos). Ele, junto com outros vizinhos, vê que o objeto que caiu do céu é um barril de petróleo vindo do espaço. O mau cheiro das mãos do protagonista faz com que um grupo de marcianos saia do barril, perseguindo um grupo de jornalistas que acabam sendo carbonizados pelos marcianos que na época já detinham a tecnologia do Raio Desmilinguador.

Surpreso por ver aquele espetáculo grotesco, nosso escritor volta correndo para a casa dele para terminar de cagar e depois levar sua esposa para Cabeça de Couro (nome de uma cidade...) para teoricamente mantê-la segura. Quando ele retorna à sua casa para pegar o supositório que ele havia esquecido na gaveta (lembre-se, britânicos meticulosos), ele observa, desolado, um enorme tripod munido de uma câmera extraterrestre de alta tecnologia, uma tekpix. As armas mortais deste monstro mecânico são um clarão abrasivo e uma fumaça negra, porque os marcianos usavam o carvão como fonte de energia. Esses tripodes devastam o exército da época, pois estes só tinham canhões de navio como armamento.

Tripodes tentando apaziguar alguns Hooligans.

Começam a cair mais cilindros, tambores e discos de AC/DC na área de Londres, de onde saem os tripods marcianos que provocam mais desordem que um jogo do Guarani x Ponte Preta, isso sem contar o aparecimento de diversas tomateiras vermelhas que os marcianos trouxeram consigo e que começaram a surgir debaixo das pedras. Depois que um par de soldados derrubaram, inexplicavelmente, um tripode alienígena de altíssima tecnologia avançada, o narrador tenta ir com um grupo de pessoas sobreviventes para tentar cruzar o Canal da Mancha em pequenos barcos para se manterem seguros na Rússia, acreditando que por lá os russos já teriam dado um jeito nessa invasão, mas inexplicavelmente o narrador acaba preso em um edifício em ruínas que, embora fosse um pouco sujo, tinha uma bela vista para uma bela cratera.

Dentro do prédio, o narrador começa a observar que os marcianos absorvem o sangue dos humanos capturados, bebendo essa sangue pelo canudinho. Lá dentro ele encontra um pedra esquizofrênico que não deixa de ter estranhos tiques e comportamentos fora do normal. Quando o padre começa a contar piadas em voz alta sobre rabinos pela décima quarta vez, o narrador lhe dá um porrada que o deixa desmaiado, e ainda faz com que os marcianos descubram o padre inconsciente que o levam embora, para o deleite ateu do narrador.

O narrador, prestes a ser descoberto por alguns gases indesejados, consegue escapar e termina no centro de Londres, mas tudo parece normal, a cidade está cheia de lixo, marcianos e ervas vermelhas caídas no chão. Concluiu-se que os marcianos, devido à sua alimentação nada balanceada de sangue humano carregado das mais sinistras bactérias e vírus, causou um ataque diarreia generalizado nos marcianos que morreram todos de desidratação, levando-os a alguns cometer suicídio para não suportar o cheiro mortal de seus próprios excrementos, que é nada mais que um maldito Deus Ex Machina para resolver uma invasão não solucionável. A versão da CIA, todavia, garante que o Homem Invisível pulverizou os marcianos com cartas repletas de Antrax mutante, embora mais tarde tenha sido confirmado que a versão estava errada, porque o Homem Invisível nasceu em 1962 (e os eventos ocorreram décadas antes).

Finalmente, o narrador da história reencontra com sua esposa de uma maneira inesperada, num segundo Deus Ex Machina em menos de 2 páginas, assim como encontra alguns sobreviventes do ataque, e assim os britânicos seguem suas vidas cotidianas. Todos aprendem a lição de que o imperialismo está errado e, como em todos os finais felizes, eles viveram felizes e agora podem comer grama vermelha.

Adaptações[editar]

  • A Guerra dos Mundos (filme de 1953) - Um filme B muito mal feito recheado de efeitos especiais toscos, uma nova concepção do diretor Byron Haskin, que queria trazer de volta a tosquice das antigas invasões marcianas, criando tripodes inspirados em gansos e outras coisas ridículas.
  • Guerra dos Mundos (filme de 2005) - Remake feito por Steven Spielberg com foco total no modo como o protagonista corre. O enredo é um pouco diferente do romance original, e parece que o cenário é feito para parecer um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, talvez seja uma mania do diretor fazer filmes assim.